sexta-feira, 30 de novembro de 2007

EU E O LUÍS CUNHA


(o poeta maior d anossa cidade; RAMOS ROSA)

EU E O LUÍS CUNHA


ESCREVI ASSIM PARA O LUÍS.

Porto, 2007.11.29

Meu caro Luís Cunha,

Bom dia.

Tive tanto prazer em falar contigo que não me dava para desligar o telemóvel.


AÍ VAI UM SONETO AO NOSSO

ENCONTRO TELEFÓNICO


MEU VELHO

Foi um prazer contactar contigo a passear
Nessa rua da nossa cidade de há tantos anos
Tantos que até tu já nem te podes pentear
E com eles se foram os sonhos e desenganos

E foi um prazer também porque és portador
Do mesmo mal que eu possuo igualmente.
Só que tu serás mais sóbrio e eu mais sonhador
Mas somos dois sofredores como toda a gente

Luís Cunha, meu velho e honrado amigo
Que sejas feliz e tudo decorra bem contigo
E votos de um Bom Natal e Bom Ano Novo

São os votos sinceros que aí vão para ti
Que eu por enquanto irei ficando por aqui
Na cidade do trabalho e do bom povo. ..

João Brito Sousa

PS- Sem tempo para revisão.

E, na resposta Luís Cunha, disse:

Alô JBS, Não sou repentista como tu, mas cá engendrei - qual novo Sá de Miranda - uma resposta adequada ao teu soneto. Desejo que continues a deliciar-nos com as tuas crónicas.

Grande abraço. Luís



SONETO

Caríssimo João, aqui te envio
Num versejar mui tosco e obsoleto
A gratidão imensa que confio
Aos catorze versos deste soneto

Tu tens a arte, a graça e o talento
De recordar vivências já passadas
E as gentes que quiseram mais isento
O mundo nosso e desses camaradas

Fiquei feliz de ouvir a tua voz
Mas há um mal atroz que me atormenta
E a ti também, pois rói dentro de nós

Esqueçamos por agora a negra sina
E enquanto brilha a luz que nos sustenta
Viva a cultura que nos ilumina

L.C.

29.11.2007


O MEU COMENTÁRIO

Afiinal....

Palavras levava-as o vento...
E tu, Luís Cunha
Afinal
És um homem de talento.


O teu poema tem emoção e quero a tua colaboração aqui quando puderes.
Conto contigo.

E aceita um abraço do

João Brito Sousa

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