segunda-feira, 10 de setembro de 2007

SONETO PARA UM AMIGO


AO FRANKLIM MARQUES,



Conheço-te há uma porrada de tempo. Somos amigos. Por isso, ao ler a crónica do LUÍS CUNHA no adefesadefaro, falando no Joaquim Borrego como pseudónmo de Franklim Marques, fiquei ligeiramente ofendido.


O meu amigo Franklim.. BORREGO?!... nada disso.


Aí vai um soneto explicando as coisas....


SONETO


AO JOAQUIM BORREGO


Soube apenas hoje pela crónica do L. Cunha,
Que passas agora a atender por Joaquim!...
Se eu estivesse aí convosco eu é que te punha
O pseudónimo indicado a ti e não era assim..

Frank... tu.... borrego?... quem disse isso... anh!...
Tu és o melhor homem do mundo, podes crer...
E porque sempre te vi com cabelo de pouca lã...
Para pseudónimo ...todos, mas esse não pode ser.

Joaquim... ainda vá que não vá ...é de dançarino...
Coisa que tu foste sempre desde moço pequenino,
E velhaco? Foste?.. não... dizer isso até parece mal...

Então... e porque tenho muita honra em ser teu amigo
Borrego nem pensar... chamar-te por isso não consigo
Acho melhor que sejas o Joaquim Cavalheiro Leal..


João Brito Sousa

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