segunda-feira, 3 de setembro de 2007

A FRASE DE HOJE


“PASSAR MUITO TEMPO A ESTUDAR É PREGUIÇA"

Francis Bacon


QUEM É FRANCIS BACON.

Francis Bacon (Londres, 22 de Janeiro de 1561 — Londres, 9 de abril de 1626) foi um político, filósofo e ensaísta inglês, barão Verulam, visconde de St. Albans. Desde cedo, sua educação orientou-o para a vida política, na qual exerceu posições elevadas. Em 1584 foi eleito para a câmara dos comuns.

Sucessivamente, durante o reinado de Jaime I, desempenhou as funções de procurador-geral (1607), fiscal-geral (1613), guarda do selo (1617) e grande chanceler (1618). Neste mesmo ano, foi nomeado barão de Verulam e em 1621, barão de St. Albans. Também em 1621, Bacon foi acusado de corrupção e condenado ao pagamento de pesada multa e proibido de exercer cargos públicos.


Como filósofo, destacou-se com uma obra onde a ciência era exaltada como benéfica para o homem. Em suas investigações, se ocupou especialmente com a metodologia científica e com o empirismo. É muitas vezes chamado de fundador da ciência moderna. Sua principal obra filosófica é o Novum Organum.

Francis Bacon foi um dos mais conhecidos e influentes rosacruzes e também um alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz, o de Imperator. Estudiosos apontam como sendo o real autor dos famosos manifestos rosacruzes, Fama Fraternitatis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (1616).


O MEU COMENTÁRIO


O que o autor quer dizer é que, estudar durante muito tempo sem testar o resultado desse trabalho é negativo, porquanto, o estudante em causa, não assumiu ainda ser detentor de um estatuto de Mestre, que não será, agora, o estatuto de aprender mas sim de ensinar.

Não passando para o patamar de Mestre e continuando no de aluno, o estudante está a revelar-se preguiçoso.


O estudante, que não passa para o patamar de prof, continuando no patamar de estudante, ou não se interessa pela matéria, ou não aproveita dos seus estudos e isso é derivado da preguiça...

É como eu penso.

João Brito Sousa

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