(ao amigo Diogo Costa de Sousa)
Eu ia com o grande Gabriel do Tomezinho,
Aos célebres bailes de mastros a Olhão.
Era bom, naquele tempo ser jovem e sozinho
Pois tínhamos tudo o que queríamos na mão...
Esses bailes eram todos nos meses de Verão.
E eram ao ar livre por causa do calor que estava,
A menina dança... e umas dançavam outras não
Davam-nos tampa e mandavam - nos à fava..
Outras vezes não, dançávamos a noite inteira.
Mão esquerda puxando a rapariga até à nossa beira
Onde queríamos tê-las para as suas tetas sentir..
E no seu posto de vigilância as mães a observar...
O comportamento da filha e do seu simpático par
E diziam, meu Deus, nunca mais a hora de dormir..
João Brito Sousa
segunda-feira, 25 de junho de 2007
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