quarta-feira, 1 de abril de 2009

O MEU DISCURSO



HOJE


É um dia importante para mim, acreditem
Por ter chegado aqui, a este lugar, a esta sala
Para vos falar do meu livro e da mensagem
Que resulta da minha alma quando fala…


O que digo nela é com sentimento e amor
É com verdade, com querer e muito carinho
Falo da amizade, da saudade e também da dor
Sentida nas dificuldades que tive no caminho…


Que iniciei há tanto tempo e está quase no fim
Apesar de sentir ainda juventude dentro de mim
E enorme vontade de escrever todos os dias…


Aprendi que ser escritor é dar um pouco de si
É tornar os outros melhores do que foram até aqui
È estar com eles nos desgostos e nas alegrias


E é com este poema, melhor, com este soneto, que quero começar por dizer alguma coisa sobre o livro que escrevi e que se encontra à venda no local…

Talvez seja um pouco melhor ou pior do que aqueles que escrevi nas aulas práticas do Magistério, com o Bartílio e com o Luís Isidoro….

A razão de eu estar aqui, neste momento e nesta sala, agora, tem um pouco a ver com este soneto. Se eu pedir a opinião sobre ele aos poetas que estão aqui na sala, dir-me-ão, hum … e eu concordo porque em poesia, disseram-me isso muitas vezes….

Contrariamente, na prosa, disseram-me que sim, tens jeito. Foi até uma editora de Lisboa que me mandou um mail a convidar-me a trabalhar para eles. E eu apresentei este trabalho a umas dez editoras, a amigos e as pessoas disseram-me que tinham gostado… por isso estou aqui …

E entrei nesta de vos apresentar o livro que será o que Deus quiser….

Gostava de deixar a minha opinião sobre o que é ser escritor, que no meu entender tem a missão de tornar melhor quem o lê, como disse Vergílio Ferreira.
Texto de
João Brito Sousa

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