A GUERRA DOS LAVAGANTES.
Aqui há uns dias atrás vi um programa de televisão, Canal 2, em que dois lavagantes, ou mais, entravam em despique sem se saber porquê sem que nenhuma razão aparente fosse visível.
Aquilo deu-me que pensar, até porque já tinha verificado outras situações semelhantes sem razão para tal.
Convenci-me que a vida é briga.
O que é injusto, porque a briga é uma luta desigual cujo desfecho é sempre favorável aos mais fortes.
Com os homens é a mesma coisa, infelizmente.
A vida é um salve-se quem puder. Indiscutivelmente. Podemos andar a remar contra a maré que nada se consegue. As pessoas fazem da razão que querem ter mas que muitas vezes não possuem um cavalo de batalha. È o quero, posso e mando.
Os amigos acabaram ou estão em vias de extinção. São pessoas que andam por aí. E às vezes enganam-nos. Há na vida alguns momentos. Nada mais.
Se não desejas estar na frente, comporta-te como se estivesses atrás .
È um texto Judaico de grande dificuldade de execução. Não há tolerância, convocam-se os amigos para a maledicência, ninguém se olha ao espelho, o mal está nos outros e assim por diante.
Penso que em primeiro lugar as pessoas precisam de ouvir e não julgar precipitadamente. Mas atacam. Forte e feio.
E dizem coisas sem jeito nem trambelho.
A SOLUÇÃO É ESTAR PREPARADO.
JBS
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
UM BELO TEXTO
Uma Vida Exterior Simples e Modesta Só Pode Fazer Bem
Uma vida exterior simples e modesta só pode fazer bem, tanto ao corpo como ao espírito. Não creio de modo algum na liberdade do ser humano, no sentido filosófico. Cada um age não só sob pressão exterior como também de acordo com a sua necessidade interior. O pensamento de Schopenhauer: «O homem pode, na verdade, fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer», impressionou-me vivamente desde a juventude e tem sido para mim um consolo constante e uma fonte inesgotável de tolerância. Esse conhecimento suaviza benéficamente o sentimento de responsabilidade levemente inibitório e faz com que não tomemos demasiado a sério, para nós e para os outros, uma concepção de vida que justifica de modo especial a existência do humor.
Uma vida exterior simples e modesta só pode fazer bem, tanto ao corpo como ao espírito. Não creio de modo algum na liberdade do ser humano, no sentido filosófico. Cada um age não só sob pressão exterior como também de acordo com a sua necessidade interior. O pensamento de Schopenhauer: «O homem pode, na verdade, fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer», impressionou-me vivamente desde a juventude e tem sido para mim um consolo constante e uma fonte inesgotável de tolerância. Esse conhecimento suaviza benéficamente o sentimento de responsabilidade levemente inibitório e faz com que não tomemos demasiado a sério, para nós e para os outros, uma concepção de vida que justifica de modo especial a existência do humor.
Do ponto de vista objectivo, pareceu-me sempre desprovido de senso querer-se indagar sobre o sentido ou a finalidade da própria existência ou da existência da criação. E, no entanto, cada homem tem certos ideais, que o orientam nos seus esforços e juízos. Neste sentido o bem-estar e a felicidade nunca me pareceram um fim em si (chamo a esta base ética o ideal da vara de porcos). Os ideais que me iluminavam e me encheram incessantemente de alegre coragem de viver foram sempre a bondade, a beleza e a verdade. Sem o sentimento de harmonia com aqueles que têm as mesmas convicções, sem a indagação daquilo que é objectivo e eternamente inatingível no campo da arte e da investigação científica, a vida ter-me-ia parecido vazia. Os fins banais do esforço humano: propriedade, êxito exterior e luxo pareceram-me desprezíveis desde jovem.
Albert Einstein, in 'Como Vejo o Mundo'
Albert Einstein, in 'Como Vejo o Mundo'
colocado por JBS
AS PESSOAS
QUE SE DIZEM AMIGAS,
QUANDO AS COISAS NÃO CORREM BEM NÃO HÁ ESPAÇO PARA UMA AUTOCRÍTICA.
MAS DEVIA HAVER ...
JBS
QUANDO AS COISAS NÃO CORREM BEM NÃO HÁ ESPAÇO PARA UMA AUTOCRÍTICA.
MAS DEVIA HAVER ...
JBS
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
JORGE TAVARES
FUTEBOL a 47 FALTAS
O futebol hoje é ganhar com 47 ou 50 faltas. Porque envolve muitos milhões.
Os jogadores são efectivamente artistas e dos melhores que vi foram do Farense e Olhanense.
Do Farense, Rialito, Atraca e Zé Gonçalves, faziam tudo com a bola. Diria que era difícil fazer mais. Ah... e Júlio e o Ribeirinho, costeletas como o Zé Gonçalves.
Do Olhanense o Reina enchia o campo e jogava limpo.
Também gosto de futebol.
Ab.
JBS
O futebol hoje é ganhar com 47 ou 50 faltas. Porque envolve muitos milhões.
Os jogadores são efectivamente artistas e dos melhores que vi foram do Farense e Olhanense.
Do Farense, Rialito, Atraca e Zé Gonçalves, faziam tudo com a bola. Diria que era difícil fazer mais. Ah... e Júlio e o Ribeirinho, costeletas como o Zé Gonçalves.
Do Olhanense o Reina enchia o campo e jogava limpo.
Também gosto de futebol.
Ab.
JBS
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
SARAMAGO
HOMENAGEM A SARAMAGO
CCB dedica um dia a José Saramago
No ano da sua morte, o Centro Cultural de Belém evoca José Saramago
No ano da sua morte, o Centro Cultural de Belém homenageia José Saramago, que marcou de modo indelével a vida do século XX nacional e internacional, não apenas na qualidade de romancista, poeta, tradutor ou ensaísta, mas enquanto militante de causas e valores.
O dia dedicado ao escritor começa com a inauguração do "Caminho José Saramago", um caminho pedonal, e segue com leituras de excertos de alguns dos livros mais marcantes de José Saramago.
A homenagem encerra com a exibição do filme "Ensaio sobre a Cegueira", do brasileiro Fernando Meirelles.
JBS
CCB dedica um dia a José Saramago
No ano da sua morte, o Centro Cultural de Belém evoca José Saramago
No ano da sua morte, o Centro Cultural de Belém homenageia José Saramago, que marcou de modo indelével a vida do século XX nacional e internacional, não apenas na qualidade de romancista, poeta, tradutor ou ensaísta, mas enquanto militante de causas e valores.
O dia dedicado ao escritor começa com a inauguração do "Caminho José Saramago", um caminho pedonal, e segue com leituras de excertos de alguns dos livros mais marcantes de José Saramago.
A homenagem encerra com a exibição do filme "Ensaio sobre a Cegueira", do brasileiro Fernando Meirelles.
JBS
SENSATEZ
SENSATEZ OU SER SENSATO
JBS
Para isso,
é preciso termos grande consideração por nós próprios. Um ser sensato deverá ter uma boa formação moral, ter uma boa experiência de vida, ter capacidade de liderança, saber julgar ou ter experiência disso.
Há pessoas que julgam que sabem isso e julgam igualmente que estão a ter um bom desempenho, nas relações uns com os outros. Sim, porque é aqui que as coisas se manifestam; no relacionamento uns com os outros.
Fonte de vida é a sensatez para quem a possui.
È indispensável a uma boa relação pessoal.
JBS
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
OS DONOS DO BLOGUE
- Em resposta ao comentário do Maurício Severo.
- MEU CARO,
- Vou ser sucinto para não complicar as coisas, porque é um assunto delicado, ainda por cima tenho de mencionar nomes.
- Como sabes, as pessoas mais próximas, por qualquer motivo, pela idade, por terem sido colegas de escola ou por outro motivo qualquer, têm tendência a aproximar-se (o que é normal) e formar um certo complot.
- Sem querer entrar em polémica, o Rogério disse algumas vezes que fulano é do meu clube, cicrano é do meu clube e isto em relaçãoa quatro ou cinco pessoas entre as quais tu. E até admito que vocês tenham conferenciado sobre muitas situações.
- Houve colegas que me disseram sentir-se magoados porque o Rogério a alguns colegas escrreveu comentários dizendo, bom texto... e outros não escreveu nada. Ora sabes bem que quem escreve gosta de ouvir um toque favorável. E só houve para alguns.
- Daí parecer-me haver donos do blogue.
- Eu não concordo com o comentário do Rogério ao texto do Teixeira. Mas não sei se se pode dizer isto...
Vê se me entendes.
Ab.
JBS
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
PARTINDO A LOIÇA
Do blogue, http://oscosteletas.blogspot.com/, retiro o seguinte texto, que tem o meu
comentário logo a seguir (C)
Do texto António Viegas,
1 - PARTINDO A LOIÇA, em título.
C - Nunca se viu nada disto no blogue. Mas isto é uma ameaça ou que raio é isto?
2 - Certamente ainda não foi esquecido o episódio caricato de uma disputa verbal entre o signatário e o João Brito Sousa (JBS).
C - Episódio caricato, disputa verbal?....não entrei nessa.
3 - beirando o insulto,…
D - Iisto pode ser verdade, porque às vezes excedo-me. Mas não pretendo provocar.
4 - com um pé atrás.
C - Claro tinha que ser.
1 - PARTINDO A LOIÇA, em título.
C - Nunca se viu nada disto no blogue. Mas isto é uma ameaça ou que raio é isto?
2 - Certamente ainda não foi esquecido o episódio caricato de uma disputa verbal entre o signatário e o João Brito Sousa (JBS).
C - Episódio caricato, disputa verbal?....não entrei nessa.
3 - beirando o insulto,…
D - Iisto pode ser verdade, porque às vezes excedo-me. Mas não pretendo provocar.
4 - com um pé atrás.
C - Claro tinha que ser.
5 - Existem em todas estas guerras de comentários em que quase sempre os protagonistas são os mesmos, um aspecto que, parece-me, ainda ninguém avaliou com a seriedade que o assunto merece:
C - Os meus comentários são limpos, amigo.
6- Olha, muitos dos comentários que li, são tudo aquilo que tu me dizes para eu não fazer ou dizer.
C - De quem são esses comentários e quais são esses comentários.
7 - Quero referir especificamente o texto “ORGULHOSAMENTE PARADO” do JBS e dizer-te João, este é o outro João de que te falei e as pessoas não podem estar sujeitas ao teu humor, ninguém merece isso e muito menos o Rogério.
C -Mas a que propósito vens aqui defender o Rogério. Ele sabe.
8 - Acredita que não é ironia, é sim um conselho de amigo, procura ajuda porque não estás bem. A vida é stressante.
C - É a tua opinião. E tu estarás bem? Duvido..
9 - Em termos de opinião, é o fim da minha colaboração. Continuarei a enviar alguma coisa para o “cantinho dos marafados”, mas só isso.
C -Não, ficas tu, eu saio.
C - Os meus comentários são limpos, amigo.
6- Olha, muitos dos comentários que li, são tudo aquilo que tu me dizes para eu não fazer ou dizer.
C - De quem são esses comentários e quais são esses comentários.
7 - Quero referir especificamente o texto “ORGULHOSAMENTE PARADO” do JBS e dizer-te João, este é o outro João de que te falei e as pessoas não podem estar sujeitas ao teu humor, ninguém merece isso e muito menos o Rogério.
C -Mas a que propósito vens aqui defender o Rogério. Ele sabe.
8 - Acredita que não é ironia, é sim um conselho de amigo, procura ajuda porque não estás bem. A vida é stressante.
C - É a tua opinião. E tu estarás bem? Duvido..
9 - Em termos de opinião, é o fim da minha colaboração. Continuarei a enviar alguma coisa para o “cantinho dos marafados”, mas só isso.
C -Não, ficas tu, eu saio.
10 - Surpreende-me que os colegas não se tenham manifestado contra o texto do JBS e também me surpreende o silêncio da Direcção da Associação.
C - O que a mim me surpreende é o teu texto, Tão demagógico e tão pouco costeleta.
11 - Estou disponível para participar em qualquer evento que possa minimizar e desagravar o que considero uma ofensa ao Rogério, bem como. que o autor faça um pedido de desculpas formal
.
11 - Estou disponível para participar em qualquer evento que possa minimizar e desagravar o que considero uma ofensa ao Rogério, bem como. que o autor faça um pedido de desculpas formal
.
C - Não ofendi ninguém e não há pedido formal de desculpas.
Ps- Quero recordar aos responsáveis a minha muita dedicação ao blogue. Deu-me pena o texto do Encarnação. Mais que infeliz. Como os comentários do Maurício e Rogério, que, com mais um ou dois elementos são os donos do blogue.
JBS
A BANDEIRA NACIONAL
A BANDEIRA DE PORTUGAL
No dia 19 de Junho de 1911, a Bandeira Nacional substituiu a Bandeira da Monarquia Liberal. A Bandeira Nacional é dividida na vertical com duas cores fundamentais: verde-escuro do lado esquerdo e vermelho à direita.
O vermelho é a cor de força, coragem e alegria, que representa o sangue derramado pelos portugueses.O verde é a cor da esperança e do mar, foi escolhido em honra de uma batalha onde esta cor deu a vitória aos portugueses.
Ao centro, sobre as duas cores, tem o Escudo das Armas Nacionais, e a Esfera Armilar Manuelina, em amarelo e estimulada de negro. Simboliza as viagens dos navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI.
No meio o branco representa a paz; o Escudo lembra a defesa do território; as Quinas, a azul, representam as primeiras batalhas na conquista do País (diz-se que são os cinco reis mouros vencidos na Batalha de Ourique por D. Afonso Henriques); cada quina contém cinco pontos brancos que são as cinco chagas de Cristo que ajudou D. Afonso Henriques a vencer esta batalha; os sete castelos amarelos representam os castelos tornados aos mouros por D. Afonso III.
A esfera armilar representa um símbolo que o Rei D. Manuel I escolheu para representar as descobertas marítimas.
Retrado da net por
JBS
UM POEMA
PARA OS QUE FALARAM MAL DE MIM
Falaram mal
Sem me conhecer
E sem perceber
O que se passou
Mas falaram
Deixá-los falar
A vida vai
Bem ou mal
Muita saúde para todos.
Eu fico à espera do meu minuto
Não há problema nenhum
Costeleta serei sempre mais um
Sempre.
JBS
Falaram mal
Sem me conhecer
E sem perceber
O que se passou
Mas falaram
Deixá-los falar
A vida vai
Bem ou mal
Muita saúde para todos.
Eu fico à espera do meu minuto
Não há problema nenhum
Costeleta serei sempre mais um
Sempre.
JBS
sábado, 11 de setembro de 2010
FUTEBOL
OPINIÃO
GUIMARÃES 2 / BENFICA 1
O Benfica perdeu em Guimarães, campo onde normalmente tem tido sorte e tem ganho, como no ano passado, que ganhou no último minuto.
Em Guimarães, as equipas na melhor das hipóteses, empatam. Normalmente perdem. Foi o que aconteceu ontem ao Benfica, onde a equipa voltou a acusar o problema do Roberto, que só agora começa a fazer alguma coisa que se veja.
Em Guimarães, Roberto, não foi culpado nos golos mas a equipa joga sobre brasas, falta-lhe confiança e vai fazer uma época desastrada porque Jorge de Jesus não percebeu os efeitos na equipa dos golos sofridos por Roberto. E isso já na Suíça
O Benfica está ser vítima da sua enorme popularidade e da impopularidade de Jorge de Jesus.
Interrogado sobre os possíveis penaltys que o àrbitro não marcou a favor do Benfica, diz Manuel Machado: «Não vi imagem nenhuma sobre isso. Estou focado no meu trabalho. Tínhamos problemas financeiros e pesquisámos muito para formar este plante. Depois veremos se o nosso adversário tem razão ou não em relação às críticas. Sorrir na derrota é muito difícil. Há muitas formas de tirar o brilho à vitória alheia«
O Vitória de Guimarães jogou bem, mas em princípio, ganhou o jogo com a protecção escandalosa do árbitro. E isto não é ganhar ó senhor MM; o Benfica é que perdeu o jogo. JJ não tem a sua cultura mas o senhor, se é mais culto não parece. E o futebol é uma mentira com o seu contributo.
Tente ser digno.
JBS
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
SERÃ AQUI
QUE ESCREVEREI POIS AQUI COMECEI.
Para começar um abraço para Washington.. A ideia veio daí e eu aceitei-a. A Diáspora. lembro-me bem. Acho que sim, é publicável.
Para começar um abraço para Washington.. A ideia veio daí e eu aceitei-a. A Diáspora. lembro-me bem. Acho que sim, é publicável.
ANTÓNIO SIMÕES JÚNIOR
Sou grande admirador das gentes de Olhão, sobretudo depois de tomar conhecimento dos 19 que foram ao Brasil informar o Rei da expulsão dos franceses. Hoje, depois de ter tomado conhecimento de alguns vultos da cultura olhanense, rendo-me à cidade, onde se passeou o poeta
Sou grande admirador das gentes de Olhão, sobretudo depois de tomar conhecimento dos 19 que foram ao Brasil informar o Rei da expulsão dos franceses. Hoje, depois de ter tomado conhecimento de alguns vultos da cultura olhanense, rendo-me à cidade, onde se passeou o poeta
António Simões Júnior, o poeta sensível que tentou ser justo e tem toda a minha grande amizade e reconhecimento.
Apesar de Olhão ter outros poetas, é Simões Júnior que mais me encanta e me entra na alma, sem desprimor para os outros, evidentemente. É um autor de palavras suaves, cuja melodia desliza docemente pelo seu interior, conseguindo depois transmitir para fora de si, numa harmonia de palavras simples, essas imagens de criação poética fantástica e de poderoso encantamento. Como se pode ver a seguir.
“Eu sou o rapaz do café/ de lenço branco e cara amarela/ que de noite, a horas incertas/ venho sentar-me na mesa do canto”...
Este homem, que parece ter tido uma relação de felicidade com a vida, pelo menos parece-nos ver isso nos seus versos, foi um homem que lutou para ganhar a justiça social primeiro e o bem estar social depois, em tempos difíceis da sua existência, tudo a favor dos outros.
“Eu sou o rapaz do café/ de lenço branco e cara amarela/ que de noite, a horas incertas/ venho sentar-me na mesa do canto”...
Este homem, que parece ter tido uma relação de felicidade com a vida, pelo menos parece-nos ver isso nos seus versos, foi um homem que lutou para ganhar a justiça social primeiro e o bem estar social depois, em tempos difíceis da sua existência, tudo a favor dos outros.
A poesia tem a particularidade de nos tornar felizes, como eu fico depois de ler estes versos de Simões Júnior,
— E quando o criado vem,/ peço o clássico café/ e fumo cigarros/ num atordoamento/ Concentro-me monotonamente e fico pasmado a olhar,
a olhar;/ neurastenia de tudo quanto vejo, ou não vejo,/ neste antro de fumo, onde a alegria se perde…e o pilar do tédio a crescer, a crescer,/ ameaça converter-se
numa tempestade horrível que não posso dominar!
Digamos que a poesia precisa da vida e a vida precisa da poesia, ou dos poetas. Poeta é aquele que transporta consigo o problema dos outros, que ao fim e ao cabo são os seus também, e os expõe numa forma graciosa e atraente. provocando a quem lê, uma certa dose de alegria e encanto. É essa a grande virtude de Simões Júnior, que se entende bem com essa forma de comunicar, tratando nos seus versos o problema do homem, a direcção e o caminho que a vida destes deve assumir, o problema da solidão, da estupidez que é a guerra e outros.
Simões Júnior é um poeta que encanta, que merece o respeito de todos os olhanenses e a quem falta o devido reconhecimento público.
— E quando o criado vem,/ peço o clássico café/ e fumo cigarros/ num atordoamento/ Concentro-me monotonamente e fico pasmado a olhar,
a olhar;/ neurastenia de tudo quanto vejo, ou não vejo,/ neste antro de fumo, onde a alegria se perde…e o pilar do tédio a crescer, a crescer,/ ameaça converter-se
numa tempestade horrível que não posso dominar!
Digamos que a poesia precisa da vida e a vida precisa da poesia, ou dos poetas. Poeta é aquele que transporta consigo o problema dos outros, que ao fim e ao cabo são os seus também, e os expõe numa forma graciosa e atraente. provocando a quem lê, uma certa dose de alegria e encanto. É essa a grande virtude de Simões Júnior, que se entende bem com essa forma de comunicar, tratando nos seus versos o problema do homem, a direcção e o caminho que a vida destes deve assumir, o problema da solidão, da estupidez que é a guerra e outros.
Simões Júnior é um poeta que encanta, que merece o respeito de todos os olhanenses e a quem falta o devido reconhecimento público.
Eu gosto do que Simões Júnior nos canta, do percurso de Homem que teve e do enorme poeta que ainda é e, que, como tal, ficará consagrado pelas gentes da cidade de Olhão.
É também por isso que eu gosto de Olhão.(publicado no jornal "O Olhaneñse"
JBS
quinta-feira, 24 de junho de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
OPINIÃO/ Sr. Dr. LAURENTINO DIAS
OPINIÃO
Exmo Senhor Secretário de Estado Dr. LAURENTINO DIAS
Acerca do pedido que lhe foi dirigido pelo Presidente do FCP, na minha qualidade de cidadão, exijo que o senhor SE se pronuncie sobre a matéria.
Pedroto, parece-me, ligou o SLB a roubos de Igreja, o que é demasiado grave para a minha sensibilidade benfiquista, beneficiando disso de tal forma, que o seu clube ganhou vinte e tais campeonats nacionais seguidos.
Para evitar que ganhe mais vinte e tais, espero que V. Exª tome conta da ocorrencia e mande repetir o proceso Apito Dourado conduzindo-o com honradez.
João Brito Sousa
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
PEDROTO NÃO DIGNIFICOU O FUTEBOL; SUJOU-O
OPINIÃO
O ANIVERSÁRIO DA MORTE DE PREDROTO
Lisboa deu algum tempo de antena ao acontecimento e na cidade do Porto, o Presidente Pinto da Costa, alargou-se em elogios e comentários ao treinador seu amigo. Ninguém disse a verdade, o que se lamenta, pois Pedroto não foi nada do que dissseram quer o director do jornal a Bola nem o Presidente Pinto da Costa.
PEDROTO foi um razoável jogador de futebol, que não atinguiu notoriedade por aí além, nem nos clubes por onde passou nem a selecção representativa do País, onde jogava sempre.
PEDROTO estava realmente um pouco acima dos outros, numa altura em que o futebol português tinha alguma notoriedade graças ao 3º lugar de 66 em LONDRES, mas como homem não foi homem, porque não fez nada para trazer a verdade ao futebol português.Porque apenas disse haver roubos de igreja no Estadio da Luz. Mas houve outros roubos de igrja noutros estádios qeele não viu. E tinha obrigação de ver.
O ANIVERSÁRIO DA MORTE DE PREDROTO
Lisboa deu algum tempo de antena ao acontecimento e na cidade do Porto, o Presidente Pinto da Costa, alargou-se em elogios e comentários ao treinador seu amigo. Ninguém disse a verdade, o que se lamenta, pois Pedroto não foi nada do que dissseram quer o director do jornal a Bola nem o Presidente Pinto da Costa.
PEDROTO foi um razoável jogador de futebol, que não atinguiu notoriedade por aí além, nem nos clubes por onde passou nem a selecção representativa do País, onde jogava sempre.
PEDROTO estava realmente um pouco acima dos outros, numa altura em que o futebol português tinha alguma notoriedade graças ao 3º lugar de 66 em LONDRES, mas como homem não foi homem, porque não fez nada para trazer a verdade ao futebol português.Porque apenas disse haver roubos de igreja no Estadio da Luz. Mas houve outros roubos de igrja noutros estádios qeele não viu. E tinha obrigação de ver.
Pedroto insultou
joão Brito Sousa
domingo, 1 de novembro de 2009
AO DR. VARELA PIRES
FALANDO DE POESIA
EU e Dr. VARELA PIRES
Diz V P,
Caro J. Brito Sousa,
Obrigado pelas suas sempre amáveis e genuinas palavras.
Para além da filosofia, da psicologia, e obviamente da medicina, uma das minhas áreas predilectas é a crítica literária, quando tenho tempo e sinto que posso fazê-la. Para ela me preparo.
No caso dos meus poemetos, aqueles que escrevi e lhe enviei, deixei as palavras fluirem, como ribeiro que corre, gorgolejando a água de encontro aos calhaus, aqui mais rápida, aos saltos, pulando, além mais lenta, procurando novos circuitos, contornando os obstáculos. Na poesia sou um "pintor", é como eu costumo dizer!... Gosto de poesia, mas nunca me senti aquilo que considero um poeta.
Um poeta é um operário da palavra, da ideia, diariamente na sua oficina... total e incessantemente.É sempre poeta, em todas as atitudes, em qualquer postura da vida. Caso do ramos Rosa, da Sofia, do Manuel Madeira.
Um abraço muito grato,
Varela Pires
Me caro VARELA PIRES,
Não tenho dúvidas nenhumas acerca do que diz acerca dos seus conhecimentos de filosofia, psicologia e medicina claro. Também de crítica literária, aceito.
Um abraço muito grato,
Varela Pires
Me caro VARELA PIRES,
Não tenho dúvidas nenhumas acerca do que diz acerca dos seus conhecimentos de filosofia, psicologia e medicina claro. Também de crítica literária, aceito.
A poesia é pessoal, considero difícil o outro julgar, porque cada criador poético faz a sua leitura.
Concordo com essa de deixar as palavras fluírem e seguintes…
Um poeta é sempre um operário especializado, não acha?
Um abraço do
João Brito Sousa
João Brito Sousa
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
COMENTÁRIO
COMENTÁRIO
Ao Passeio Público de HÉLDER PACHECO, Professor e escritor
Meu caro Hélder Pacheco.
Viva.
Refiro-me neste comentário, ao seu PASSEIO PÚBLICO publicado no JN de ontem, 29.10 . Porque não concordo com ele . Permita-me que dentro do regime democrático em que vivemos lhe diga não. E recordo-lhe que o Dr. Lucas Pires disse que o não também é democrático. E não se esqueça que o senhor desempenha duas das profissões mais nobres que o homem tem à sua disposição: professor e escritor. Ambas têm como função principal tornar os seus alunos e leitores, respectivamente, melhores pessoas. É isto que diz Vergílio Ferreira, professor e escritor como o senhor. E já agora, como eu, também.
Diz o senhor, RESPEITAR A CIDADE, claro que sim. O senhor, que é professor de História , vai buscar um texto da primeira república para dizer que se revê nele e acrescenta: a defesa da res publica e o cumprimento do dever de cidadania perante a pátria, que é o Porto.
Pergunto, o Porto é pátria?
Depois, a indignação que lhe causaram algumas frases proferidas na recente campanha eleitoral, sob o pretexto que em política não vale tudo nem se pode dizer tudo, que para o portuense que se preze não pode ficar indiferente o ouvir a cidade ser apelidada de “decadente e mais sete ou oito adjectivos semelhantes...”
Argumentos rasteiros e mais o Padre que apelidou o Porto de “estado fascista”, o Porto uma cidade semidestruída na 2ª Invasão Francesa (e renasceu...) ... vencida e enxovalhada no 31 de Janeiro (e renasceu) e .. Uma cidade duramente atingida ela desindustrialização... e,
Não, o Porto não precisa de “portuenses” que o amesquinhem... – disso se encarrega o Terreiro do Paço ...
Meu Caro Professor e escritor,
Ao Passeio Público de HÉLDER PACHECO, Professor e escritor
Meu caro Hélder Pacheco.
Viva.
Refiro-me neste comentário, ao seu PASSEIO PÚBLICO publicado no JN de ontem, 29.10 . Porque não concordo com ele . Permita-me que dentro do regime democrático em que vivemos lhe diga não. E recordo-lhe que o Dr. Lucas Pires disse que o não também é democrático. E não se esqueça que o senhor desempenha duas das profissões mais nobres que o homem tem à sua disposição: professor e escritor. Ambas têm como função principal tornar os seus alunos e leitores, respectivamente, melhores pessoas. É isto que diz Vergílio Ferreira, professor e escritor como o senhor. E já agora, como eu, também.
Diz o senhor, RESPEITAR A CIDADE, claro que sim. O senhor, que é professor de História , vai buscar um texto da primeira república para dizer que se revê nele e acrescenta: a defesa da res publica e o cumprimento do dever de cidadania perante a pátria, que é o Porto.
Pergunto, o Porto é pátria?
Depois, a indignação que lhe causaram algumas frases proferidas na recente campanha eleitoral, sob o pretexto que em política não vale tudo nem se pode dizer tudo, que para o portuense que se preze não pode ficar indiferente o ouvir a cidade ser apelidada de “decadente e mais sete ou oito adjectivos semelhantes...”
Argumentos rasteiros e mais o Padre que apelidou o Porto de “estado fascista”, o Porto uma cidade semidestruída na 2ª Invasão Francesa (e renasceu...) ... vencida e enxovalhada no 31 de Janeiro (e renasceu) e .. Uma cidade duramente atingida ela desindustrialização... e,
Não, o Porto não precisa de “portuenses” que o amesquinhem... – disso se encarrega o Terreiro do Paço ...
Meu Caro Professor e escritor,
Penso que o senhor neste artigo, não respeitou as pesoas do Porto que não pensam como o senhor pensa. E isso não é democrático. Na sua crónica o senhor lamuria-se apenas. Dizer que a cidade foi vencida e enxovalhada no 31 de Janeiro, não me parece sério, porque o 31 de Janeiro foi um movimento em direcção à república.
A menção ao Terreiro do Paço, na parte final do artigo, esá ao nível daquilo que disseram os portuenses e o senhor criticou..
O senhor já leu a entrevista do Reitor da UP. Ele chama a isto lamúrias. Que é o que o senhor está a fazer. Indevidamente, parece-me.
Isto são lamúrias senhor professor. E não deviam ser.
Gostava de o conhecer.
Ab. do
JOÃO BRITO SOUSA
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
TEMPOS ANTIGOS
VEHOS TEMPOS
1º ACTOR, isto é que é fado, o meu amigo lembra-se do Zé Larença, do Manel Larença e do Zé Simão? E do Domingos Simão, lembra-se?
2º ACTOR- Certamente, isso é malta do meu tempo.
1º ACTOR- E lembras-se do peido que o Domingos deu quando passou à venda do Zé Raimundo?
2º ACTOR- Nada, não me lembro nada disso.
1º ACTOR- Então, vou.lhe contar.
2º ACTOR- Diga meu amigo, mas tenha cuidado com o que vai dizer, há aqui senhoras.
1º ACTOR- Tudo bem, não há azar. O Domingos passou de bicicleta e largou uma ameixa das antigas. Estava lá o senhor Mendonça que disse: Foi em bom tamanho, não foi grande nem pequeno. Toda a gente ouviu e ninguém ficou surdo.
2º ACTOR- O Domingos merece um fado. Música Maestro.
O FADO DA AMEIXA
Passou o Domingos e arreou
A ameixa
O trânsito parou
E o Mendonça disse deixa
Vou explicar
Não foi pequeno nem grande
Foi em bom tamanho
Todos ouviram
E ninguém ficou surdo
E todos se riram
A malta daquele tempo
Era assim
Davam umas ameixas
Umas por eles outras por mim
Lai lai lai lai r arai
O Domingos arreou a ameixa
E o Mendonça disse deixa
E o Mendonça disse deixa…
3º ACTOR (O Viegas da casa de bicicletas), levanta-se da assistência, grita e diz: Os grandes actores do Patacão foram, Laura Conquilha, Martinho e Zé Figueiras Quero um fado para eles.
1º ACTOR, isto é que é fado, o meu amigo lembra-se do Zé Larença, do Manel Larença e do Zé Simão? E do Domingos Simão, lembra-se?
2º ACTOR- Certamente, isso é malta do meu tempo.
1º ACTOR- E lembras-se do peido que o Domingos deu quando passou à venda do Zé Raimundo?
2º ACTOR- Nada, não me lembro nada disso.
1º ACTOR- Então, vou.lhe contar.
2º ACTOR- Diga meu amigo, mas tenha cuidado com o que vai dizer, há aqui senhoras.
1º ACTOR- Tudo bem, não há azar. O Domingos passou de bicicleta e largou uma ameixa das antigas. Estava lá o senhor Mendonça que disse: Foi em bom tamanho, não foi grande nem pequeno. Toda a gente ouviu e ninguém ficou surdo.
2º ACTOR- O Domingos merece um fado. Música Maestro.
O FADO DA AMEIXA
Passou o Domingos e arreou
A ameixa
O trânsito parou
E o Mendonça disse deixa
Vou explicar
Não foi pequeno nem grande
Foi em bom tamanho
Todos ouviram
E ninguém ficou surdo
E todos se riram
A malta daquele tempo
Era assim
Davam umas ameixas
Umas por eles outras por mim
Lai lai lai lai r arai
O Domingos arreou a ameixa
E o Mendonça disse deixa
E o Mendonça disse deixa…
3º ACTOR (O Viegas da casa de bicicletas), levanta-se da assistência, grita e diz: Os grandes actores do Patacão foram, Laura Conquilha, Martinho e Zé Figueiras Quero um fado para eles.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
HÁ FESTA NO PATACÃO

1º ACTOR – Mas o Clementino já a cantou, naquela cena, quando se apresentou no palco, com uma bicicleta pedaleira com a campainha avariada, olhou para a campainha e disse,
Também tu, puta, não tocas…
Estou aqui estou a levar-te à oficina do Zé Linocas.
2º ACTOR – E agora vamos cantar outra vez, sai música …
FADO DA CAMPAINHA
Se estás avariada
Vai à do Zé Linocas
Ficas logo reparada
Ou nunca mais tocas
A campainha
Da bicicleta que é minha
O Zé Linocas emigrou
para a Venezuela
E nunca mais regressou
E nunca mais se soube dela
Da bicicleta que é minha
A campainha
Zé Linocas vem aqui
Vem até à Sociedade
A bicicleta, nunca mais a vi
Mas tenho grande saudade
De ver o Clementino
Com a bicicleta na mão
Era eu ainda menino
E na Sociedade do Patacão
Já ele representava
As peças do Mestre Bernardino
E o povo achava
À graça que ele tinha
Quando dizia
Da bicicleta que é minha
A campainha …
Da bicicleta que é minha
A campainha.
Texto de
João Brito Sousa
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
TEATRO NO PATACAO
VAMOS VOLTAR ÀS RÉCITAS NA SOCIEDADE.
por João Brito Sousa
TEATRO NO PATACAO
"O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana."
(Federico García Lorca)
TEMPOS ANTIGOS
1º ACTO - Na sala, com alguns documentos na mão, um acordeonista tocava uma moda baixinho e o actor cantava:
Tempos antigos,
Tanto que eu gosto deles
Desses tempos amigos
Tempos antigos
Vamos revivê-los.
Tanto que eu gostava de saber cantar. Como cantava o Manuel Patuleia, esse grande homem de Teatro aqui da terra. O Manuel era grande actor. Cantava, fazia as letras e arranjava a música.
Podia ser uma canção assim.
A OFICINA DO MESTRE ZÉ ROSA
É uma serralharia civil
A oficina do Mestre Rosa
Faz serviços para as hortas
E é muito conhecida
Aqui na nossa região.
Fica ao pé do Blé Antão
O homem do dentinho de ouro
Onde trabalhou o Clementino
A vender palha e carvão
Tantos anos que já lá vão
O ti Alexandre fica ao lado
E tem uma história engraçada
O Clementino fez disso um fado
E cantou-o na sociedade
Já não sei com que idade
Mas um actor como o Clementino
È sempre para a gente um menino
Ele que fez tudo na vida
Na Venezuela foi roubado.
Tinha lá uma padaria
Foi roubado três vezes
E sempre à luz do dia.
Morreu na sua terra
Depois de para cá voltar
Tinha um quintal para cavar
E voltando a pegar na enxada
A sua vida foi engraçada.
2º ACTOR – Você está aí a falar do ti Alexandre Catrunfa, sabe que e aí que começa o Patacão?
"O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana."
(Federico García Lorca)
TEMPOS ANTIGOS
1º ACTO - Na sala, com alguns documentos na mão, um acordeonista tocava uma moda baixinho e o actor cantava:
Tempos antigos,
Tanto que eu gosto deles
Desses tempos amigos
Tempos antigos
Vamos revivê-los.
Tanto que eu gostava de saber cantar. Como cantava o Manuel Patuleia, esse grande homem de Teatro aqui da terra. O Manuel era grande actor. Cantava, fazia as letras e arranjava a música.
Podia ser uma canção assim.
A OFICINA DO MESTRE ZÉ ROSA
É uma serralharia civil
A oficina do Mestre Rosa
Faz serviços para as hortas
E é muito conhecida
Aqui na nossa região.
Fica ao pé do Blé Antão
O homem do dentinho de ouro
Onde trabalhou o Clementino
A vender palha e carvão
Tantos anos que já lá vão
O ti Alexandre fica ao lado
E tem uma história engraçada
O Clementino fez disso um fado
E cantou-o na sociedade
Já não sei com que idade
Mas um actor como o Clementino
È sempre para a gente um menino
Ele que fez tudo na vida
Na Venezuela foi roubado.
Tinha lá uma padaria
Foi roubado três vezes
E sempre à luz do dia.
Morreu na sua terra
Depois de para cá voltar
Tinha um quintal para cavar
E voltando a pegar na enxada
A sua vida foi engraçada.
2º ACTOR – Você está aí a falar do ti Alexandre Catrunfa, sabe que e aí que começa o Patacão?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
NOVO ESPAÇO COSTELETA
A MINHA PARTICIPAÇÃO NO BLOGUE,
http://oscosteletas.blogspot.com/ termimou.
Estou agora em
e convido todos os costeletas para lá passarem, e
VAMOS COMEÇAR A LANÇAR AS BASES DO NOSSO JANTAR ANUAL.
ACEITAM~SE IDEIAS.
POR MIM SERIA NO DIA 30 DE DEZEMBRO DE TODOS OS ANOS.
Ab.
JBS
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
CESSÃO DE FUNÇÕES

ADMINISTRADOR DO BLOGUE http://oscosteletas.blogspot.com/
A minha atitude não podia ser outra face à demissão do Aministrador e fundador do blogue Rogério Coelho, que me convidou para este lugar.
Houve coisas que fiz que talvez não tivessem caído bem o goto dos costeletas, penso eu, porque ninguém me ter dto nada.
Não tive apoios nem o meu trabalho teve qualquer impacto. Tudo bem. Mas recordo aqui que, apenas o senhor Rogério Coelho foi felicitado no almoço anual em Vilamoura, pelo trabalho desenvolvido.
Nunca disse não ao Rogério.
Respeitei-o sempre.
Terá sempre a minha amizade.
Todavia houve divergências que não soubemos gerir.
A causa próxima foi a autorização de publicação de textos com pseudónimo por parte do Adm. Rogário sem meu conhecimento. Foi uma decisão unilateral. Não é justo nem democrático. Não me ofendeu, claro, mas não concordei.
Convido os costeletas a debater aqui ideias.
Um abraço para todos.
João Brito Sousa
terça-feira, 8 de setembro de 2009
ESTRONDOSO SUCESSO/OPINIÃO
ESTRONDOSO SUCESSO.
Leio no orgão REGIÃO SUL que se saldou por um estrondoso sucesso o jantar festa de apresentação dos candidatos da coligação liderada por Macário Correia, um político da linha do PSD.
Macário foi ao Largo do Carmo em Faro e, se calhar pagou o jantar, não sei ao certo. A imprensa denominou a festa do comício eleitoral, de estrondoso sucesso. Não me parece tal. Estrondoso sucesso porquê? Todos os anos por estas alturas, há sempre promessas de quem pretende alcançar determinado lugar político e nos votantes, ainda reside uma boa dose de esperança que as coisas melhorem.
Para já, não me parece ético que Macário fosse a casa do adversário falar mal do homem, que não fez isto e não fez aquilo. Os políticos nunca nos deram confiança alguma quanto aos seus propósitos. É só ver a Governação actual e o programa eleitoral que lhes deu acesso a S.Bento.
Tudo ao contrário.
Em boa verdade, o poder local tem sido o menos mau e tem feito coisas.É verdade que um jardim asseado com bancos para nos sentarmos é positivo. Mas se esses problemas foram resolvidos, pelo que tenho visto, há graves outros na sociedade portuguesa que necessitam de ser igualmente resolvidos, como o desemprego, o valor das reformas, as falências das empresas, a injusta distribuição dos recursos provenientes de Bruxelas, o custo de vida, a educação e a saúde e por aí fora.
O Macário falou disso? Não, falou de 15 mil pessoas em dificuldades e não fiquei a saber se lhes trouxe soluções. Falou ainda de mato esucata, mas isso ....
Não tenho nada com a vida de cada um nem com as suas ideias, mas razões para um sucesso estrondoso num jantar comício, não vejo motivos, não.
Os senhores doutores Dias Loureiro, Horta e Costa, Vítor Constâncio e Gilberto Madaíl estariam no jantar? O Presidente Macário, disse alguma coisa acerca disso ?...Qual foi a mensagem de autenticidade que deixou ? Não é mensagem de esperança que pretendo saber, é de autenticidade.
Houve alguma coisa.
Zé Crítico
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
812 MULHERES E O PRESIDENTE
A senhora D. Teresa Menalha liderou um processo de homenagem ao edil de Loulé, um ilustre médico que deu consultas em Quarteira, cuja experiencia política nunca vi salientada.
Nada me move contra o Dr. Seruca Emídio mas não entendi a razão de ser da homenagem, porquanto o mundo político ainda não me convenceu.
Apesar do parecer favorável do Dr. Cristovão Norte à candidatura do Dr. Seruca Emídio ser um fortísssimo indicador para a recandidatura do actual Presidente, entendo que o potencial das mulheres deveria a elas ser dirigido.
Sou pela igualdade de direitos e obrigações entre os sexos, salvaguardando alguns casos específicos, mas as mulheres ainda não atingiram a igualdade, como refere a eurodeputada Anna Záborská (PPE-DE), que vem dizer: "o motivo pelo qual as mulheres ainda não atingiram a igualdade, apesar de o tentarem há décadas, é a ideia de que conseguem fazer tudo sozinhas, que não precisam dos homens”.
Para quando 812 mulheres a defender os seus interesses?
João Brito Sousa.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
A NOSSA TERRA
POETAS E ACTORES DOS BRACIAIS
Luís Alcantarilha filho foi grande imitador...
José Lobacota foi um bom actor dramático
José da Cova foi tudo; actor, fadista e cantor
E o Carrega com o cajado na mão fez o mágico.
BRACIAIS, terra pequena mas honrada
Talvez aí uns cento e vinte habitantes a povoem
Tem como atractivo principal a estrada
Mas são bons e grandes actores os que lá vivem .
Um dos bons actores da terra foi o Garrocho
Outro foi o Domingos Simão que fez de coxo
Naquela peça em que acabou tudo à guerreia...
O maior actor dos Braciais de todos os tempos
Compositor, encenador, actor e de mais talentos
Foi sem dúvida alguma o Manuel Patuleia.
João Brito Sousa
A BICICLETA DO CALDEIRINHA
Na Sociedade Agricultora Recreativa do Patacão
Uma vez foi representado o Mestre Bernardino
(Récitas para o pessoal ir ver e pagar a quotização)
E o actor principal foi o Baeta, o Clementino
O espectáculo começou depois da hora...
E com a sala cheia a peça abriu com a cena da escola
Onde o Mestre Virgílio moleiro era o professor agora
E o Domingos Navalhas era a mãe do aluno que deu à sola. .
Depois disto entra em cena o Clementino que declama:
“A bicicleta do Caldeirinha é da mesma marca da minha
E comprada na mesma casa”. E dizendo isto ao palco chama
O dono da bicicleta que não foi e continua a declamar:
“Fui ali à do Fontainhas e ficou logo o motor em brasa”.
E a assistência gostou e bateu palmas até não mais parar
Luís Alcantarilha filho foi grande imitador...
José Lobacota foi um bom actor dramático
José da Cova foi tudo; actor, fadista e cantor
E o Carrega com o cajado na mão fez o mágico.
BRACIAIS, terra pequena mas honrada
Talvez aí uns cento e vinte habitantes a povoem
Tem como atractivo principal a estrada
Mas são bons e grandes actores os que lá vivem .
Um dos bons actores da terra foi o Garrocho
Outro foi o Domingos Simão que fez de coxo
Naquela peça em que acabou tudo à guerreia...
O maior actor dos Braciais de todos os tempos
Compositor, encenador, actor e de mais talentos
Foi sem dúvida alguma o Manuel Patuleia.
João Brito Sousa
A BICICLETA DO CALDEIRINHA
Na Sociedade Agricultora Recreativa do Patacão
Uma vez foi representado o Mestre Bernardino
(Récitas para o pessoal ir ver e pagar a quotização)
E o actor principal foi o Baeta, o Clementino
O espectáculo começou depois da hora...
E com a sala cheia a peça abriu com a cena da escola
Onde o Mestre Virgílio moleiro era o professor agora
E o Domingos Navalhas era a mãe do aluno que deu à sola. .
Depois disto entra em cena o Clementino que declama:
“A bicicleta do Caldeirinha é da mesma marca da minha
E comprada na mesma casa”. E dizendo isto ao palco chama
O dono da bicicleta que não foi e continua a declamar:
“Fui ali à do Fontainhas e ficou logo o motor em brasa”.
E a assistência gostou e bateu palmas até não mais parar
JBS
quinta-feira, 30 de julho de 2009
A BOLA REFORÇA O PLANTEL

OPINIÃO
EDUARDO BARROSO & ERNESTO FERREIRA
Em minha opinião não há reforço nenhum porque se trata de duas pessoas bons profissionais nas suas áreas, dos melhores que o País tem, mas que de futebol não percebem nada porque a clubite aguda não deixa.
Do Dr. Ernesto Ferreira não me pronuncio porque ainda não o vi falar de futebol mas como homem de ftebol forte do Sporting não espero mesmo nada.
Do Dr. Eduardo Barroso não se pode esperar nada de bom porque antes de fanático sportinguista
é um antibenfiquista primário, na linha de MST, Olímpio Bento, Manuel Serrão, Rui Moreira, Àlvaro Magalhães e Júlio Magalhães.
Vou contar uma cena que tive com Francisco José Viegas, após uma crónica volenta em desfavor do Benfica.
Eu disse: O SENHOR NÃO É JUSTO
E ele: È como eu vejo. E dig-lhe mais, o Benfica vai jogar À AMADORA e se ganhar eu dou-lhe os parabens.
E o BENFICA ganhou limpo e o Dr. FJVenviou-me um email a felicitar-me.
É de Homem com H grande.
Eduardo Barroso desmente todos os penaltyz a favor do Benfica, por, parece-me má fé. Não é desportista. Para ele só o Sporting conta, fanaticamente.
Considero-me no plano jornalístico português um cronista equilibrado e justo, analiso pela óptica dos princípios e escrevi bem de MST quando achei beme mal quando achei mal.
Como benfiquista escrevo contra quando é caso disso.
Tenho sido ameaçado de morte por querer dizer a verdade.
Sou o único crnista desprtivo portuuês que se esforçou por perceber o senhor Pinto da Costa e tenho dois textos escritos sobre o senhor.
Estes elementos não reforçam nada a verdade do futebol em Portugal, que é uma mentira e quee estes senhores não dizem.
O futebol e Portugal é antibenfiquista.
Texto de
JBS
(Cronista na imprensa regional)
terça-feira, 28 de julho de 2009
DO PATACAO AO CHELOTE

VOU FALAR DA MINHA TERRA E DE PESSOAS DE LÁ...
Começarei com um poema à minha terra, porque gosto de poesia, e é uma forma de recordar com saudade os tempos que lá vivi.
À MINHA TERRA
Ainda lá está
O sítio velhinho dos BRACIAIS
Sítio onde se trabalhava
de manhã à noite
Sem parar
Nos tempos antigos
Hoje o Braciais está de mais
Tem a Urbanização REINALDO TARRETA
As explorações do ZÉ GRAÇA
À esquina da rua fica a venda do ZÉ RAIMUNDO
Onde o MIGUEL BARULHO canta o fado
Qando lá entro e ele está
Sai
João que te foste embora
E agora regressaste
Canta-me o tal fado agora
Que em vez de cantar choraste
A terra que me viu nascer e onde o meu pai morreu.
Começarei com um poema à minha terra, porque gosto de poesia, e é uma forma de recordar com saudade os tempos que lá vivi.
À MINHA TERRA
Ainda lá está
O sítio velhinho dos BRACIAIS
Sítio onde se trabalhava
de manhã à noite
Sem parar
Nos tempos antigos
Hoje o Braciais está de mais
Tem a Urbanização REINALDO TARRETA
As explorações do ZÉ GRAÇA
À esquina da rua fica a venda do ZÉ RAIMUNDO
Onde o MIGUEL BARULHO canta o fado
Qando lá entro e ele está
Sai
João que te foste embora
E agora regressaste
Canta-me o tal fado agora
Que em vez de cantar choraste
A terra que me viu nascer e onde o meu pai morreu.
Gosto do Miguel, que diz, eh joão.....
Texto de
JBS
terça-feira, 7 de julho de 2009
O MEU LIVRO

AFINAL.... AINDA TEMOS UM!...
Quando António Lobo Antunes fez o lançamento de “MEMÓRIA DE ELEFNTE” em 1979, o livro ficou exposto, entre outros lugares, na montra do DN no Rossio, em Lisboa e, disse o autor que todas as tardes ia dar uma passeata pela baixa para ver o livro exposto na montra. Penso que lhe dava gozo ver um livro seu editado e publicado e por isso passava pela baixa da cidade.
O meu livro está também nalgumas livrarias, entre elas, a LIVRARIA LEITURA, no Centro Comercial da cidade do Porto, livraria que praticamente visito todos os dias. Todavia, sabia que o livro estava lá, mas nunca o tinha visto nas prateleiras. Assim sendo, dirigi-me ao balcão e perguntei pelo livro “LUCIDEZ DE PENSAMENTO”. A funcionária entrou no computador, pesquisou e saiu-se com este comentário: ”Afinal ainda temos um ....”, sinal que a Livraria tinha vendido dois livros, porque tinha encomendado três à Editora. Mas a forma como a funcionária respondeu é que eu achei piada.
António Lobo Antunes é tido como escritor genial mas não o consigo entender muito bem e tenho até algumas dificuldades em ler e perceber as suas obras Reconheço-lhe génio na crónica curta e nas intervenções na TV. Há bem pouco tempo esteve no Porto a dar autógrafos no acima citado centro comercial. e, tendo eu adquirido o livro objecto do autógrafo a dar pelo escritor, pus-me na fila e, quando chegou a minha vez, como já escrevia para os jornais, pedi-lhe uma entrevista. E a resposta foi: Eh pá... já abria boca de mais...
António Lobo Antunes é descendente de brasileiros e sobre o Brasil diz ele: “Para mim, o Brasil não é um país, são cheiros, sabores, os doces das minhas tias, uma maneira de viver, de falar. Isso está sempre comigo”, contou Lobo Antunes, cuja última passagem pelo País havia sido em 1983. Diz o autor que tem uma relação difícil com a prosa, que começa a ler e tem vontade de corrigir logo.
Numa entrevista dada no Brasil, disse o escritor que este País também povoou a sua infância em Lisboa, visto o avô possuir uma biblioteca constituída basicamente por clássicos brasileiros do século XIX, como José Alencar. Raul Pompeia, além de Jorge Amado e João Ubaldo Ribeiro. Todavia o que impressiona é serem os poetas que quem mais o seduz. Diz que lê poesia para aprender a escrever, pois num poema cada palavra tem o seu peso.
A literatura de Lobo Antunes é, de certo modo difícil. Ele conta muitas vezes aquela cena do esquizofrénico barbudo que entra no seu consultório e diz “que o mundo foi feito por trás” Por aqui se pode compreender a dificuldade de entender a literatura de LA, que diz ainda “quem faz o livro é o leitor”.
A literatura é o mundo por onde entrei agora e é um mundo fascinante. Parecendo que já foi tudo escrito, há sempre lugar para mais um. Dependendo do estilo que cada um apresente. A parte final do livro é muito importante. Assim como o arranque.. O livro deve levar atrás o leitor . O leitor tem mais perspicácia que o autor , diz Baptista-Bastos.
João Brito Sousa
Quando António Lobo Antunes fez o lançamento de “MEMÓRIA DE ELEFNTE” em 1979, o livro ficou exposto, entre outros lugares, na montra do DN no Rossio, em Lisboa e, disse o autor que todas as tardes ia dar uma passeata pela baixa para ver o livro exposto na montra. Penso que lhe dava gozo ver um livro seu editado e publicado e por isso passava pela baixa da cidade.
O meu livro está também nalgumas livrarias, entre elas, a LIVRARIA LEITURA, no Centro Comercial da cidade do Porto, livraria que praticamente visito todos os dias. Todavia, sabia que o livro estava lá, mas nunca o tinha visto nas prateleiras. Assim sendo, dirigi-me ao balcão e perguntei pelo livro “LUCIDEZ DE PENSAMENTO”. A funcionária entrou no computador, pesquisou e saiu-se com este comentário: ”Afinal ainda temos um ....”, sinal que a Livraria tinha vendido dois livros, porque tinha encomendado três à Editora. Mas a forma como a funcionária respondeu é que eu achei piada.
António Lobo Antunes é tido como escritor genial mas não o consigo entender muito bem e tenho até algumas dificuldades em ler e perceber as suas obras Reconheço-lhe génio na crónica curta e nas intervenções na TV. Há bem pouco tempo esteve no Porto a dar autógrafos no acima citado centro comercial. e, tendo eu adquirido o livro objecto do autógrafo a dar pelo escritor, pus-me na fila e, quando chegou a minha vez, como já escrevia para os jornais, pedi-lhe uma entrevista. E a resposta foi: Eh pá... já abria boca de mais...
António Lobo Antunes é descendente de brasileiros e sobre o Brasil diz ele: “Para mim, o Brasil não é um país, são cheiros, sabores, os doces das minhas tias, uma maneira de viver, de falar. Isso está sempre comigo”, contou Lobo Antunes, cuja última passagem pelo País havia sido em 1983. Diz o autor que tem uma relação difícil com a prosa, que começa a ler e tem vontade de corrigir logo.
Numa entrevista dada no Brasil, disse o escritor que este País também povoou a sua infância em Lisboa, visto o avô possuir uma biblioteca constituída basicamente por clássicos brasileiros do século XIX, como José Alencar. Raul Pompeia, além de Jorge Amado e João Ubaldo Ribeiro. Todavia o que impressiona é serem os poetas que quem mais o seduz. Diz que lê poesia para aprender a escrever, pois num poema cada palavra tem o seu peso.
A literatura de Lobo Antunes é, de certo modo difícil. Ele conta muitas vezes aquela cena do esquizofrénico barbudo que entra no seu consultório e diz “que o mundo foi feito por trás” Por aqui se pode compreender a dificuldade de entender a literatura de LA, que diz ainda “quem faz o livro é o leitor”.
A literatura é o mundo por onde entrei agora e é um mundo fascinante. Parecendo que já foi tudo escrito, há sempre lugar para mais um. Dependendo do estilo que cada um apresente. A parte final do livro é muito importante. Assim como o arranque.. O livro deve levar atrás o leitor . O leitor tem mais perspicácia que o autor , diz Baptista-Bastos.
João Brito Sousa
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