quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

AFINAL... COMO É?....

OPINIÃO



TERÃO LIDO AQUILINO?.....

O Engº Mesquita Machado é Presidente da Câmara Municipal de Braga, Presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol e nessa condição criticou em declarações a diversos órgãos de comunicação social a arbitragem de Paulo Baptista no jogo entre o Benfica e o Braga (1-0), de ontem, pondo inclusive em causa não só a forma como foi escolhido o árbitro como também a sua actuação durante o encontro. “O que se passou foi um assalto à mão armada, um roubo, e os roubos têm que ser investigados... Os erros de Paulo Baptista foram premeditados... Eu soube na sexta-feira que o árbitro escolhido inicialmente para arbitrar o encontro tinha sido mudado... Houve influências exteriores para que fosse Paulo Baptista... O Braga tem toda a razão para ir para os Tribunais...”, disse em síntese Mesquita Machado

António Salvador é Presidente da Sociedade Anónima Desportiva do Sporting Clube Braga e em relação ao mesmo jogo terá dito, que, o senhor Paulo Baptista vai ficar na História como o Inocêncio Calabote o século XXI. E que o que se passou no Estádio da Luz foi um roubo. O Benfica marcou um golo fora de jogo, não foram validados dois penaltys a favor do Braga e foi assinalado um inexistente a favor do Benfica. Não tenho problemas se a Liga me multar. Porque estou de forma desinteressada no futebol e a tentar contribuir para a credibilização do futebol português.

Acho muito estranho estes comportamentos por não serem muito usuais

Em “O GALANTE SÉCULO XVIII”, Mestre Aquilino Ribeiro, refere que “para se ser nobre não basta sê-lo de nascimento; é mister prová-lo com obras” e os espanhóis professam o mesmo sentimento, “No es señor quien señor nasce, pero quien lo sabe ser”

E continua, “uma das loucuras hoje em voga é a mania de reinvindicar, parecendo que nisso consiste o único motivo de distinção entre os homens.

Ora o Engº Mesquita Machado e António Salvador, não só reivindicaram como também insinuaram, pelo que não poderão ser pessoas de bem e deverão esclarecer o que sabem.

São de enorme gravidade as declarações destes dois senhores dirigentes e ainda do treinador Jorge de Jesus, que num jogo no Estádio do Restelo, foi, ao que parece, espliado, com um golo fora de jogo sancionado a favor do F.C.Porto e foi para a imprensa dizer que o resultado foi justo. ( vidé blogue http://eternobenfica.blogspot.com/ em post colocado no dia 12 .01.2009)

Homens como o Eng Mesquita Machado, senhor António Salvador, se não for provado o que dizem, deviam ser afastados do futebol.


texto

JBS

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

HONRADEZ SEMPRE, POR MUITO QUE CUSTE


PARABENS AOS BLOGUES BENFIQUISTAS POR TEREM DEFENDIDO O CLUBE, ESPECIALMENTE O


http://eternobenfica.blogspot.com/ post de 12 de janeiro de 2009


recolha de
João Brito Sousa

HONRADEZ PRECISA-SE !..


OPINIÃO

Mesquita Machado aponta o dedo ao árbitro do Benfica-Braga

do jornal O JOGO

Mesquita Machado, presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol, criticou hoje em declarações a diversos orgãos de comunicação social a arbitragem de Paulo Baptista no jogo entre o Benfica e o Braga (1-0), de ontem, pondo inclusive em causa não só a forma como foi escolhido o árbitro como também a sua actuação durante o encontro. “O que se passou foi um assalto à mão armada, um roubo, e os roubos têm que ser investigados... Os erros de Paulo Baptista foram premeditados... Eu soube na sexta-feira que o árbitro escolhido inicialmente para arbitrar o encontro tinha sido mudado... Houve influências exteriores para que fosse Paulo Baptista... O Braga tem toda a razão para ir para os Tribunais...”, disse em síntese Mesquita Machado


DE ANTÓNIO SALVADOR, retirado do jornal a bola de hoje.


1- Senhor Paulo Baptista vai ficar na História como o Inocêncio Calabote o século XXI.

2 – O que se passou aqui no Estádio da Luz foi um roubo. O Benfica marcou um golo fora de jogo, não foram validados dois penaltys a favor do Braga e foi assinalado um inexistente a favor do Benfica.

3 – Não tenho problemas se a Liga me multar. Porque estou de forma desinteressada no futebol e a tentar contribuir para a credibilização do futebol português.


JORGE DE JESUS

Em vinte anos de carreira nunca vi disto.(jornal a bola de hoje)

MEU COMENTÁRIO,

MESQUITA MACHADO

1 - Mesquita Machado, presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol, criticou hoje em declarações a diversos orgãos de comunicação social a arbitragem de Paulo Baptista no jogo entre o Benfica e o Braga (1-0), de ontem.

Comentário – MM é Presidente da AG da FPF e critica por fora. Qual é objectivo? Vai ter de explicar ...

2 pondo inclusive em causa não só a forma como foi escolhido o árbitro como também a sua actuação durante o encontro.

Comentário- Terá de explicar como soube da escolha e explicar o que é que viu na actuação do árbitro durante o encontro.

3 - “O que se passou foi um assalto à mão armada, um roubo, e os roubos têm que ser investigados...

Comentário: Tem de justificar tudo.


4 Os erros de Paulo Baptista foram premeditados...

Comentários - Provas ha´?.... Tem de apresenta-las.

5 Eu soube na sexta-feira que o árbitro escolhido inicialmente para arbitrar o encontro tinha sido mudado... Houve influências exteriores para que fosse Paulo Baptista... O Braga tem toda a razão para ir para os Tribunais...”, disse em síntese Mesquita Machado

Comentário – Mas como é que soube disso. influências exteriores??? Tribunais, sim..

ANTÓNIO SALVADOR

Terá que explicar todas as insinuações que faz e ser banido do futebol, porque em minha opinião e contrariamente ao que diz está a prejudicar o futebol e não a beneficiá-lo.

JORGE DE JESUS

Não viu nada assim nos últimos vinte anos. Onde é que estava que não conheceu nem Pedroto nem Adriano Pinto. Você está a brincar Jorge, não estará..


Texto de
JOÃO BRITO SOUSA

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

JORGE DE JESUS E OS OUTROS


O CINCO ESTRELAS

JORGE DE JESUS é treinador de futebol. Mau treinador, porque não percebe nada do que é que anda a fazer.

Quando se aproximam os jogos com o Benfica espuma por todos os lados, contorce-se, parece que tem picadas na barriga das pernas. Não é uma atitude bonita nem de treinador de futebol nem de homem

Com essa postura o Jorge de Jesus não devia estar no futebol porque quem vê o jogo na televisão pode não estar para aturar as atitudes que me parecem doentias do Jorge de Jesus

Senhor Jorge de Jesus, o senhor como treinador e líder se de facto o é ( a mim não me parece) o senhor tem a obrigação de tentar estar calmo e preparado para as três possibilidades possíveis que são, ganhar, empatar ou perder. Querer ganhar é bom mas primeiro temos de saber o que é não ganhar.

Entendeu?....

Dizer que em vinte anos não viu nada assim é uma atitude que só o condena porque o senhor não viu porque não quis ver e por isso não devia andar no futebol. Por acaso o senhor ouviu falar em Zé Maria Pedroto, no Pinto da AFPorto, no Lourenço .. ou não ouviu. Onde é que o senhor andou? Para não ver nada assim no futebol. Peço-lhe apenas que seja honesto, não por mim mas por si, porque parece-me não o estar a ser.

Diz Jeusaldo Ferreira, há equipas prejudicadas, pois há, o VITÓRIA DE SETUBAL por exemplo. Conversa de Jesualdo é sempre a mesma; só ele é que pode ser beneficiado. Jesualdo reclama duas penalidades mas nunca reconheceu o golo que o Pedro Henriques anulou ao Benfica. Então como é que é ó Ferreira?

Líder com golo falso diz o jornal o jogo. Mas quem é o clube dos batoteiros em Portugal segundo PLATINI?

Publicação de
João brito Sousa

domingo, 11 de janeiro de 2009

DA IMPRENSA/ PUBLICO


OS TRÊS PONTOS MAIS DIFÍCEIS E POLÉMCOS DA ERA QUIQUE FLORES
11.01.2009 - 21h53 Hugo Daniel Sousa

O jogo entre o Benfica e o Sporting de Braga terminou por volta das 20h30, mas promete dar muito que falar durante a semana. A equipa da Luz regressou aos triunfos no campeonato (1-0), com um golo de David Luiz em fora-de-jogo. Numa partida muito intensa e cheia de casos, os minhotos podem ainda queixar-se de uma grande penalidade não assinalada na área benfiquista.

Mas antes dos casos, vale a pena dizer que o encontro foi muito interessante, com o Braga a obrigar o Benfica a sofrer muito.Esta foi, por certo, a vitória mais difícil desde que Quique Flores é o treinador do clube. Nem o 4-3 em Paços de Ferreira, nem o 2-1 à Naval em casa exigiram tanto sacrifício aos jogadores do Benfica. Em alguns momentos, parecia que o Braga jogava em casa, com os “encarnados” remetidos à defesa.O jogo começou a cair para o lado do Benfica nos descontos da primeira parte. Um livre de Aimar na esquerda foi desviado para a baliza pela cabeça de David Luiz.

Foi o primeiro golo dos “encarnados” na primeira parte de um jogo em casa para a Liga. Só que o lance não deveria ter sido sancionado pelo árbitro Paulo Baptista, já que o defesa brasileiro estava em fora-de-jogo.A arbitragem do juiz de Portalegre acaba por ficar, inevitavelmente, ligada à história deste encontro. Não só pelo lance do golo, mas também pelo que se passaria na segunda parte.

Aos 56’, Di María caiu na área bracarense após um contacto com Mossoró, num lance duvidoso.

O árbitro assinalou penálti, que Suazo desperdiçaria, permitindo a defesa de Eduardo. Bem menos dúvidas deixou um lance na área do Benfica, aos 70’, quando Luisão derrubou Matheus. O árbitro voltou a errar e mandou seguir, deixando em fúria o treinador do Braga, Jorge Jesus, que ainda se queixou de um outro lance na área “encarnada”, sobre Alan (61’).Deixando de lado os casos e olhando apenas para o futebol jogado, Benfica e Braga proporcionaram um grande jogo.

Muito intenso e cheio de “nuances” estratégicas. Os minhotos entraram melhor, apostando na circulação de bola e na pressão alta para travar o ataque do Benfica. Fizeram-no bem e, logo no primeiro minuto, obrigaram Moreira a uma boa defesa, ele que regressou à titularidade, num encontro em que Quique Flores voltou a mudar a equipa-base, apostando em Miguel Vítor ao lado de Luisão.

À estratégia do Braga respondeu o Benfica com as suas individualidades. Na primeira vez em que se libertou dos adversários, Suazo obrigou Eduardo a uma grande defesa (12’). Além do hondurenho, em quem os médios “encarnados” tentam constantemente colocar a bola, a equipa de Quique Flores valeu-se das correrias de Di María, que acabaram por não produzir grandes efeitos.

Na segunda parte, a vantagem fez recuar o Benfica, que se dedicou à tarefa de defender o resultado. Valeu-lhe a capacidade de sofrimento de um meio-campo bem comandado por Katsouranis, a solicitude de David Luiz e a inspiração de Moreira, que parou um bom remate de Alan (76’) e evitou o golo de Rentería (85’). Este lance, aliás, acaba por ser um ícone de um encontro em que o Braga podia ter repetido o empate das últimas duas visitas à Luz ou até conseguido a segunda vitória na Luz, 54 anos depois do primeiro triunfo em casa do Benfica. Só que o avançado colombiano voltou a não acertar nas redes.

E esta falta de eficácia do Braga também ajuda a explicar o resultado de ontem na Luz.Benfica, 1 - Sporting de Braga, 0

Ficha de jogoJogo no Estádio da Luz, em Lisboa. Assistência 32.837 espectadores. Benfica Moreira 7, Maxi Pereira 6, Luisão 5, Miguel Vítor 6, David Luiz 7, Katsouranis 7, Yebda 5, Ruben Amorim 6, Di Maria 5 (Reyes 4, 66’), Aimar 5 (Carlos Martins 4, 73’) e Suazo 5 (Nuno Gomes -, 83’).

Sp. Braga Eduardo 7, João Pereira 7, Moisés 6, Frechaut 6, Evaldo 5, Vandinho 6, César Peixoto 5 (Meyong 5, 63’), Luís Aguiar 5 (Matheus 5, 66’), Mossoró 6 (Paulo César -, 83’), Alan 7 e Renteria 4.

Árbitro Paulo Baptista 3, de Portalegre. Amarelos Aimar (45’), César Peixoto (53’), Mossoró (56’), Luís Aguiar (60’), Vandinho (86’), Matheus (87’) e Maxi Pereira (90’). Golos 1-0, por David Luiz, aos 45+2’.

MEU COMENTÁRIO

Estou de acordo com a crónica do jornalista Hugo Daniel de Sousa do Público. O BENFICA FOI BENEFICIADO CLARAMENTE. MAS NÃO PERCEBO PORQUÊ E REJEITO ESSES FAVORECIMENTOS. SOU CONTRA.

recolha de
JOÃO BRITO SOUSA

AO ARNALDO SILVA


AO ARNALDO SILVA,

que está doente

ALÓ AMIGO

Como vai a coisa ó camarada! ...
Um amigo comum hoje falou
Que a coisa estava complicada...
É verdade o que ele comunicou?

Vamos todos torcer por ti
Companheiro e colega de quarto
É que não te temos visto aqui
E da vida nunca te vi farto

O que sempre nos revelaste
Foi amor pela vida; isso demonstraste
Com as tais gargalhadas sonoras

Onde havia uma sombra lá estavas
No exame sabias tudo porque estudavas
Ai vão os votos de rápidas melhoras.


JBS

sábado, 10 de janeiro de 2009

OPINIÃO


PENSO QUE O PAÍS ESTÁ PIOR

Vem na imprensa de hoje que um ex gerente do balcão do BPN em Lisboa foi acusado de desfalque: ”Pelo menos um cliente do balcão BPN das Amoreiras, em Lisboa, fez queixa por burla contra o gerente da dependência, que alegadamente terá desviado cerca de seis milhões de euros de clientes para contas “off-shore”.
È este o País que temos, e analisando-o pelo prisma da justiça que temos, do futebol que temos, dos professores que temos e por aí fora, fico um bocado baralhado como é que o País ainda resiste e não acabou, porque viver nesta sociedade não dará penso eu, prazer a ninguém, pelo menos a mim não.

Fiquei espantado hoje quando o senhor Procurador, parece-me que foi, veio dizer que um determinado departamento não estava preparado para averiguar determinada situação de justiça. Ora para um País com 800 anos de existência, ou de facto a justiça é precária ou o País está aumentar na prática da fraude. O que é um desencanto.

No futebol ter opinião é um privilégio apenas de MST, Álvaro Magalhães, Júlio Magalhães, cujos comentários têm uma direcção única. Se eu disser o que vi e que viram mais dois ou três milhões caem-me em cima, à bússola, ameaçam-me de toda a forma e feitio. O que eu disse num dos posts sobre futebol que publiquei foi dito na televisão com todas as letras... Mas é o País que temos.

Aqui há dias fiquei espantado ao ler um cronista do JN carregar no Benfica e depois vir dizer que o mal do clube de Lisboa é não ter dinheiro para comprar Pinto da Costa, Reinaldo Teles e não sei quem mais Ainda gostava de perceber o que é que isto quer dizer..

Quanto aos professores, talvez metade do País estivesse contra eles. Por um lado, a educação dada por aqueles agentes ao País que somos, é muito precária e isso prejudica-os e nota-se perfeitamente essa falha. Pode também acontecer que há quem não queira aprender e então não há nada a fazer. Mas, apesar de tudo, sou pelos professores.
Mas o que esperar do País onde personalidades como MST, Álvaro Magalhães e Júlio Magalhães, escritores testados nas bancas com responsabilidades na formação das massas demitem-se desse papel.
Este não é o País (ou a região Norte) que me prometeram, como diz Baptista Bastos

Vou ponderar sobre a continuidade ou não do blogue. Emito aqui a minha opinião apenas, nada mais.

Texto de
João Brito Sousa

FORÇA ZÉ GONÇALVES


ESTE TEXTO É PARA O ZÉ GONÇALVES

AMIGO, FICA....

Quando eu cheguei à Escola em 1952 já o Zé Gonçalves andava no 2º Ano 4ª Turma, com o Ladari, o Manuel Dias, o Ribeirinho, o Seromenho, o Fantasia (o que soltou os pintassilgos), o Fontainhas, o Amarante (talvez) e outros.

Nunca tive uma grande relação com ele porque andava um ano à minha frente. Mas o Zé era um rapaz talhado para o desporto. A jogar fosse o que fosse, futebol, andebol, ping pong, basket, tudo ... o Zé era o maior

Talento às carradas, jogou futebol no Farense, a dez, com o Coutinho à ponta esquerda e o Farense na segunda parte deu seis ao Montijo, talvez a sua melhor exibição. Grande jogatana. .Sabia tudo de futebol, fazia aberturas com a bola pelo chão com tal sabedoria e arte, que contagiava a assistência.

Foi júnior do Farense com o Atraca e o Capitolino e outros....

O António Barão deixa-lhe aqui um abraço e votos de rápidas melhoras. António, o Zé, perguntei-lhe. No desporto era o maior em tudo...

Nuno Agostinho, fica Zé, joguei com ele na Farauto, um verdadeiro talento.

Todos os que fomos seus colegas aqui deixamos um grito: ZÉ, O TEU LUGAR É ENTRE NÓS.


FICA ZÉ.....

Texto de
João Brito Sousa

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

CONFLITO ISRAEL / HAMAS



ISRAEL / HAMAS, a solução é difícil
por Jo0ão Brito Sousa

Num artigo que há dias escrevi para a imprensa regional, disse no fim do dito, que a solução do conflito Israel / Hamas passaria pela saída dos Israelitas dos territórios palestinos, porque concluía eu, a ocupação pelos Israelitas nessa parte do Mundo tinha sido injusta.

Estudando melhor o problema, verifiquei existir um movimento nacionalista judaico que surgiu na Europa, no século XIX que defende a existência de um Estado exclusivo para Judeus na Palestina, o que corresponde à situação actual em que se encontra o Estado de Israel.

Esta ideia de ser possuidor de um território próprio para nele instalar as suas estruturas vem desde a altura em que os judeus foram expulsos da Palestina pelos romanos nos anos 70 d..C., o que constitui nalguns frangas uma teoria algo c

O ideólogo deste procedimento foi Theodore Herzl que promoveu o primeiro Congresso Sionista Mundial em Bruxelas em 1897. A dispersão dos judeus pelo mundo, foi o principal argumento de ordem religiosa reivindicar o estabelecimento da pátria judaica na Palesina.

O argumento da expulsão, entretanto, é contestado até por parte de sionistas, porque não coincide com os registos históricos que dão como certo que, muito antes das deportações romanas, a grande maioria do povo judeu já havia se helenizado e migrado espontaneamente.
A partir de 1917 o movimento focou-se definitivamente no estabelecimento de um estado na Palestina localizado no antigo Reino de Israel.


Porém, quando o movimento sionista moderno se consolidou na metade do século XIX, a região da Palestina já estava cultural e eticamente arabizada, ou seja, era habitada por uma população de esmagadora maioria de árabe, lá enraizada por uma longa e consistente migração e assimilação iniciada por volta do ano de 350 e que perdurou e floresceu por mais de 400 anos durante as dinastias árabes Omanida, Abássida e Fatímida e, apesar de dominações posteriores, manteve suas principais características.


Era portanto evidente que, para o estabelecimento de um estado judeu, os sionistas teriam de fazer uma grande alteração para mudar o equilíbrio étnico e demográfico da região, mesmo porque o projecto de um estado judaico padrão deveria se basear nas utopias religiosas e culturais bem próprias, exclusivas e definidas com os costumes e o idioma do povo judeu que habitavam o leste europeu, uma cultura totalmente estranha à comunidade árabe local também constituída de judeus.


Observe-se que o objectivo primordial do sionismo, que era o estabelecimento de uma pátria judaica, sempre foi bem visto pelos organismos internacionais, tanto que a Liga das Nações (Mandato de 1922) como a ONU aprovaram desde logo os princípios básicos do sionismo, aliás extensíveis a qualquer povo da terra. Esta simpatia aumentou, e muito, após a descoberta do genocídio de judeus praticado pelos nazistas alemães, nomeadamente a partir de 1944, ao final da Segunda Guerra Mundial.


Entretanto, desde o início da ocupação sionista das terras palestinas, iniciou-se a demonstração da dura realidade conflituosa e lesiva tanto que, em Novembro de 1975, com a violência transbordando, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução nº 3379 que contém uma sonora censura : ’’’O sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial’’’ que perdurou até Dezembro de 1991 quando, pelo colapso da União Soviética, que fora uma dos seus defensores, acabou rescindida através da Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas.


Os defensores do sionismo discordam de sua identificação com racismo alegando que o Sionismo não é doutrinariamente unificado e coeso, possuindo diversas versões divergentes umas das outras. Outros discordam afirmando que palestinos e judeus não são racialmente distintos, e assim não se aplicaria o termo já que discriminação não se funda na raça.
Concluo que o problema é realmente difícil ...


Texto de
JOÃO BRITO SOUSA

A CHOURIÇADA DO BRUNO VALE



OPINIÃO.

PORRA!...

Mas uma vez ficaram as dúvidas numa vitória, extremamente facilitada...

Assim nunca podem ser campeões de nada...

JBS
OBS- Não haveria outro jogador do Setúbal para falhar o penalty ó Mr. Faquirá. Assim parece visível de mais....

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

IMPRENSA/ VIsão


CRÓNICA ESCRITA PELO FILHO DE CALAMITY JANE
por António Lobo Antunes.

Porque carga de água vivemos tão mal? E, se vivemos tão mal, porque carga de água o medo de morrer é tão grande? Quantas pessoas felizes conheço? Porque será que para quase toda a gente o amor é uma questão de prazeres breves e localizados, como dizia, eu que detesto citações, a grande escritora Colette? Ontem, no restaurante onde jantei, uma mesa grande cheia de mulheres e homens: falavam, comiam, riam-se e estavam todos defuntos. Vontade de perguntar-lhes

– Sabem que faleceram?
Quando digo que falavam refiro-me a que falavam de outros defuntos que não estavam ali, criticavam cadáveres enquanto se decompunham. O mundo dos mortos está cheio de ressentimento e inveja, de crueldade desnecessária. Para quê? Tanta agitação, despeito, rivalidades, emoções minúsculas. No meio disto tudo sou um homem sentado a escrever, com os meus fantasmas em torno, vozes que me segredam, me gritam. E tenho pena das pessoas, acho que o meu sentimento mais fundo é ter pena das pessoas. No bairro onde moro e que não trocava por nenhum outro

(não é um bairro, é uma ilha em Lisboa)
fui fazendo amizade com criaturas extraordinárias, sem abrigo, doentes mentais, viúvos solitários, pequenos dealers, pequenos comerciantes, um grupo que se dedica a actividades que os jornais chamam marginais. Posso deixar as janelas e a porta abertas que ninguém toca em nada: existe um código de honra implacável, um curioso sentido da amizade e do respeito, uma hierarquia feroz. Violentos e sentimentalões, demorei tempo a entender as suas regras morais, que nada têm a ver com a moral corrente mas que são minuciosamente seguidas: já sentira isso de fora, na época em que frequentei cadeias, sinto agora por dentro. E aceito. Se for preciso defendo-os, do mesmo modo que me protegem a mim. E a pouco e pouco vou fazendo amizade com outros habitantes locais: mulheres de aluguer, travestis, os protectores de umas e outros, um carteirista de mais de setenta e cinco anos que recusa reformar-se, já a arrastar a perninha e todavia de olho vivo e palavra convincente. Antes de me mentir previne

– Eu a si não lhe minto
para que fique em acta que está a aldrabar. A nossa cumplicidade começou ao pifar-me cinquenta euros: nunca mos devolveu. Suponho que os considera a propina que lhe devia pelas aulas futuras. Se calhar virem à baila os cinquenta euros explica logo

– Isso foi antes
e considera o assunto resolvido, ou seja consideramos ambos o assunto resolvido. Aliás já me pagou mais que a nota em ice-teas e torradas. Avanço com o dinheiro e ele de mão no ar

– Está pago, não me ofenda
o fatinho coçado, a indignar-se. As mulheres de aluguer tão miseráveis quase, tão baratas: vinte euros é uma pechincha. Quanto aos travestis ainda não se descoseram comigo, cada qual com a sua zona de patrulhamento mesmo em dezembro, à chuva, vestidos de Barbarella. Os clientes encostam o automóvel, os protectores

(– O meu marido)
vigiam o que é seu, paternais e duros, de bofetada eficaz. Na semana passada
– Não me batas mais, Aires
à segunda dose de correctivo, aplicada sem fúria, pedagógica. Nos intervalos da direcção do negócio jogam bilhar, arrumam os automóveis caros em cima do passeio, informam-se
– Como vamos de numerário, pequena?
eu que ignorava o seu conhecimento da palavra. Cumprimentam-me enquanto o travesti se justifica

– Desculpe não lhe ter dado as boas noites, senhor doutor
e regressam à sua actividade docente. Se mandassem nas escolas acabava a rebaldaria
– Se eu mandasse nas escolas acabava a rebaldaria
e não se alcança o motivo dos partidos não colocarem estes educadores não apenas à frente das escolas mas das diversas repartições do Estado. É impossível não lhes admirar a autoridade natural e o dom disciplinador. Um governo dirigido por rapazes de pulso entrava na linha num rufo e o País enchia-se de numerário, consideração pelo mando e automóveis caros em todos os passeios. Aposto que até a minha mãe aplicava umas carambolas com gosto em compartimentos onde o excesso de fumo torna as garrafas de cerveja invisíveis, percebendo-se vagamente a linha da espuma. Estou aqui a imaginá-la de cigarro na boca a dar giz ao taco, interrogando-me com bons modos

– Como vamos de numerário, pequeno?
pronta a um estalo rectificativo. Ou a jantar com os carteiristas nos sítios onde janto e em que o peixe é peixinho, o bife bifinho, as batatas batatinhas, mas a conta não continha, conta. E a bola na televisão, empoleirada numa prateleira junto ao tecto. A minha mãe beberia um uísquezinho em copo de balão no fim, servido acima do traço por ser para ela

– Acima do traço por ser para si
e a narrar os seus problemas existenciais às raparigas de vinte euros. E mais dia menos dia assaltava um bancozito ou preparava a furgoneta para uma caixa multibanco. Ao passar por ela justificava-se

– Desculpe não lhe ter dado as boas noites, senhor doutor e continuava, debruçada para um capot, a dar potência às bielas, eficiente e manchada de óleo, tirando chaves inglesas da carteira onde descansavam na companhia de cartões de crédito falsos e de bilhetes de identidade artesanais. Desde criança que sonho ser filho de Calamity Jane.

recolha de
JBS

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

COMENTÁRIOS NEGROS

OPINIÃO


AO PESSOAL DA PESADA.

Tenho recebido aqui comentários desagradáveis e injustos. Sou pelos comentários com sumo. Coisas sem sentido não aceito.

Com o erro de Pedro Henriques e o penalty na MADEIRA contra o Nacional, como vem sendo hábito há aí 26/27 anos, já lá estão no primeiro lugar.

Mas sem honra ... porque a nódoa está lá.

Comentários sim... mas justos. De contrário não.

Trofa!.... sim perdemos, ok. A competição é perder e ganhar. Claro que gostava de ganhar.. não foi possível.... paciência.

Hoje fomos beneficiados pela arbitragem em Guimarães. Não gosto disso. Sou pela justiça. E você meu caro, como é? ...

Diga coisas com nexo. È o que lhe peço, apenas....

JBS

domingo, 4 de janeiro de 2009

IMPRENSA

EXÉRCITO DE ISRAEL EM GAZA
FOLHA DE São Paulo

Iniciada após anoitecer, ação busca destruir infraestrutura militar do Hamas; pelo menos 30 militantes foram mortos
As Forças Armadas de Israel iniciaram ontem uma ofensiva por terra contra o grupo palestino Hamas na Faixa de Gaza, matando ao menos 30 militantes (não havia confirmação de baixas entre soldados israelenses), uma semana após o início dos bombardeios aéreos que já deixaram mais de 460 palestinos e 4 civis israelenses mortos. A invasão começou logo após anoitecer, quando terminou o shabat (o dia semanal de descanso judaico), com os soldados avançando 2 quilômetros dentro de Gaza. A operação terrestre já vinha sendo antecipada há alguns dias, com milhares de militares israelenses posicionados na fronteira com o território palestino. A invasão provocou reações da comunidade internacional.
O Conselho de Segurança da ONU marcou uma reunião de emergência que deveria entrar na madrugada.Colunas de tanques e veículos militares israelenses, com o apoio de helicópteros, atravessaram a fronteira em quatro direções no norte da Faixa de Gaza, perto da cidade de Beit Lahyia. Pouco após a invasão, soldados israelenses e militantes do Hamas trocaram tiros. Um porta-voz militar de Israel disse que "dezenas de palestinos" morreram na ação terrestre. Soldados israelenses também teriam sido mortos, segundo uma autoridade do grupo palestino, mas a informação não foi confirmada. Já estava de noite quando a ação começou e era possível ver explosões. Autoridades de segurança de Israel afirmaram ontem que não têm o objetivo de reocupar o território palestino, de onde as forças israelenses se retiraram unilateralmente em 2005.
No início da noite, "milhares" de reservistas israelenses foram convocados para a campanha contra o Hamas. O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, disse que a ofensiva militar "não será fácil e tampouco terá pouca duração", podendo se prolongar por dias."O objetivo é destruir a infraestrutura terrorista do Hamas", disse Avital Leibovitch, porta-voz militar, para acrescentar que áreas usadas pelo grupo palestino para lançar foguetes contra o território israelense serão tomadas pelas forças de Israel. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense, Marc Regev, disse que Israel será vencedor quando "o Hamas não lançar mais foguetes contra o sul do país. Não queremos uma mudança de regime, por mais que não gostemos do Hamas. Isso é um problema palestino."Na Faixa de Gaza, antes mesmo do início da ofensiva terrestre, a crise humanitária se agravava. Hospitais sofrem com escassez de remédios e outros suprimentos para atender os feridos.
Falta gás para o aquecimento das casas no inverno. Há pouca água potável e o fornecimento de energia elétrica para os 1,5 milhão de habitantes foi interrompido diversas vezes ao longo do dia. Antes da invasão, Israel havia lançado folhetos alertando os moradores do território palestino a permanecerem em suas casas. Há poucos jornalistas dentro da Faixa de Gaza. Israel e o Egito, que têm fronteiras com o território, não permitem que repórteres atravessem para o outro lado alegando questões de segurança.Ismail Radwan, uma das principais autoridades do Hamas, deu um recado para os israelenses dizendo que "Gaza não será um piquenique, Gaza será o seu cemitério".
O grupo fundamentalista islâmico dispõe de pelo menos 25 mil homens e minas para atacar os invasores. Pelo rádio, em hebraico, o grupo informou estar preparando uma surpresa:"Vocês (soldados de Israel) serão sequestrados, mortos ou sofrerão danos psicológicos por causa dos horrores que mostraremos a vocês." Horas antes da ofensiva, o grupo lançou 29 foguetes contra o território de Israel, sem deixar vítimas.ATAQUE À MESQUITAAo todo, Israel realizou ontem cerca de 40 operações aéreas contra Gaza. Uma mesquita foi atingida. Pelo menos 16 pessoas morreram e mais de 60 ficaram feridas, 24 em estado grave, segundo médicos palestinos.Israel iniciou o bombardeio no dia 27 afirmando que o Hamas, ao lançar foguetes contra o sul israelense, violou cessar-fogo vigente há seis meses.
O grupo nega e diz que os israelenses desrespeitaram a trégua antes ao matar seis militantes da organização em novembro e ao impor um bloqueio ao território. Israel controla o espaço aéreo e marítimo de Gaza.De acordo com especialistas palestinos, se Israel pretendia desmoralizar os palestinos com a atual ofensiva à Gaza, deveria começar a repensar a sua estratégia. "Os ataques em Gaza transformaram os membros do Hamas em heróis da causa palestina", disse ao Estado o cientista político palestino Issam Nassar, da Universidade de Illinois. "Essa situação deve piorar com uma ofensiva por terra - não só porque as vítimas civis devem aumentar, mas também porque o Hamas apresentará como troféus as baixas israelenses."Mais otimista, Bassem Eid, diretor do Grupo Palestino de Monitoramento dos Direitos Humanos, que vive em Jericó, na Cisjordânia, tem uma opinião pouco usual entre seus conterrâneos. Para ele, uma ofensiva terrestre em Gaza pode até abrir o caminho para a paz se for rápida e bem conduzida e se Israel conseguir "compensar" os palestinos, criando uma realidade que permita o desenvolvimento da região após a derrocada do Hamas.
recolha de
JOÃO BRITO SOUSA
COMENTÁRIOS

sábado, 3 de janeiro de 2009

JESUALDO FERREIRA E PEDRO HENRIQUES

OPINIÃO

2009.01.03


Será possível que Jesualdo Ferreira desconheça a razão de ser do falatório acerca de Pedro Henriques?

CERTAMENTE QUE ESTÁ A BRINCAR...



JBS

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

PARA 2009

BOAS ENTRADAS PARA TODOS

são os votos do blogue

http://bracosaoalto.blogspot.com


O Administrador

JOÃO BRITO SOUSA

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

DO BLOGUE A TERTÚLIA BENFIQUISTA

OPINIÃO

A propósito do que um croniqueiro escreveu ontem.

E eis que, para finalizar o ano, «leio num asno»1 que a maior fraude a que o dito assistiu nas últimas décadas foi o mais recente campeonato ganho pelo Benfica. O referido que proferiu tal pilhéria chama-se Miguel Sousa Tavares.

(retirado do blogue A TERTÚLIA BENFIQUISTA .


MEU COMENTÁRIO


Acredito sinceramente que MST tenha dito isso, porque a minha opinião acerca dele, é

que é um bom escritor e bom jornalista político, mas mau jornalista desportivo (não se pode ser bom em tudo ... se bem que MST devesse ser um bocadinho melhor. Tinha a obrigação disso, pelo menos... )

O mal da questão, não é MST dizer o que diz (o disparate é livre disse o Engº Lopes Cardoso, em Évora), o mal da questão é virem mais, dizer as mesmas coisas que MST , emitirem ideias sem sentido, sem verdade, como é o caso dos Magalhães, Álvaro e Júlio, do Jorge Olímpio Bento e do, parece-me João Bonzinho.
E não há razão nenhuma para a cidade do Porto ser assim, tão menor, como resulta do que dizem MST, ÁLVARO e JÚLIO e muitos, muitos mais.porque a cidade do Porto tem muitos e bons investigadores. jovens até, mas que não se pronunciam... por medo, vergonha.... não se sabe ...
Uma fonte que aconselho é o Reitor da Universidade do Porto, JOSÉ MARQUES DOS SANTOS ,
nascido em Bolama, Guiné-Bissau a 31 de Janeiro de 1947, licenciado em Engenharia Electrotécnica pela Universidade do Porto em 1971, doutado pela Universidade de Manchester (Reino Unido) em 1977. é professor catedrático da Faculdade de Engenharia desde 1989, tendo assumido a direcção da faculdade durante 11 anos consecutivos, entre 1990 e 2001. No ano seguinte assumiu uma das vice-reitorias da Universidade do Porto, tendo seu cargo a instalação e presidência do IRIC - Instituto de Recursos e Iniciativas Comuns.
E porquê este homem ?
Porque é ele que diz: Temos de ser nós próprios a resolver os problemas e não apontar os outros como causas. Temos de deixar este discurso de lamúria e ser mais positivos.Os políticos também saem e esquecem a região?Se calhar, também. Políticos, banqueiros, industriais e artistas... Todos desaparecem.
A cidade do Porto, neste momento, é uma cidade com lacunas, talvez ciumenta, ond eos que aqui nasceram vão-se embora. Quer-se um quadro superior não há, diz o Senhor Reitor.
E o que é que oPorto fez ?
Atirou-se ao futebol, constando, segundo me parece, ser de entre todos o maior prevericador, de tal modo que o Presidente foi castigado em dois anos e o Presidente da UEFA, Platini, alcunhou o clube de batoteiros.
Desvendar isto, sim, era um bom trabalho para o MST. Lanço-lhe o desafio...
E se MST não fizer faço eu. Não duvidem...
Texto de
JOÃO BRITO SOUSA

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

O TEATRO COMEÇA HOJE aos 66 ANOS

NO PALCO A SOCIEDADE RECREATIVA AGRICULTORA DO PATACÃO VAMOREPRESENTAR PEÇA OS GRANDES HOMENS...

são 21 horase vai começar

O http://bracosaoalto.blogspot .com


DESEJA A TODOS OS SEUS AMIGOS E VISITANTES


UM 2009 CHEIO DE PROSPERIDADESEBOAS ENTRADAS.



o adm.

João Brito Sousa

IMPRENSA/ JN


1 - EMBARGO A CUBA, TRAVÃO OU DESCULPA?


Embargo a Cuba, travão ou desculpa?

Revolução dos barbudos liderada por Fidel Castro celebra 50 anos. Mais velhos repetem o discurso oficial e destacam a saúde e a educação como trunfos do regime. Mais jovens preferiam mudanças mais rápidas

Marisa tinha 17 anos quando os barbudos liderados por Fidel Castro entraram triunfantes em Havana. Apesar de ser oriunda de uma família burguesa, abraçou a revolução que prometia acabar com as desigualdades sociais na sua ilha.

"Foi um amor à primeira vista", diz hoje esta antiga historiadora de olhos azuis, que revela aos turistas as histórias dos bastidores do Hotel Nacional de Cuba. Um amor que, como qualquer outro, teve os seus momentos bons e maus, mas que agora celebra as suas bodas de ouro. "Há dificuldades, não vou dizer que não, mas é tudo por causa do bloqueio."

No pequeno parque na esquina da calle San Rafael com a avenida de Itália, no degradado centro de Havana, Eloy e Juan discutem, como sempre, as novidades do dia. O primeiro olha com desconfiança para a estrangeira que acaba de se sentar no banco, mas o segundo vê com bons olhos a possibilidade de trocar dois dedos de conversa com uma portuguesa, uma quebra à rotina de reformado.

Tem "novio"? A pergunta sobre a existência ou não de um namorado costuma ser a terceira ou quarta que os cubanos fazem e Juan, de 64 anos, não é excepção. Este antigo mecânico divorciou-se há alguns anos da mulher, com quem teve sete filhos. "Dois vivem nos EUA", diz orgulhoso com um sorriso que revela já a falta de alguns dentes. Ao lado, Eloy, uns anos mais velho, participa na conversa apenas com monossílabos. O medo ainda está presente na sociedade cubana e nunca se sabe quem pode estar à escuta.

Tal como Marisa e a maioria dos cubanos, Juan repete o discurso oficial quando diz que a situação é culpa dos "imperialistas" e do embargo decretado na década de 1960. "Nós queremos fazer negócios com os outros países, mas os americanos não deixam. Descobrem e pressionam as empresas para que desistam", acrescenta, para logo depois se congratular com o apoio recebido do líder venezuelano Hugo Chávez: "A Venezuela é como uma família para Cuba."

Juan tinha 14 anos quando se deu a revolução, mas não gosta de se lembrar daqueles tempos - não do que veio depois, mas do que ficou para trás. "Ui, aqui em Havana era muito mau. Havia tortura, mortes..." Noutro canto da cidade, Che recorda como a Polícia do ditador Fulgencio Batista (que fugiu de Havana a 1 de Janeiro de 1959, abrindo assim caminho à vitória dos barbudos que tinham desembarcado três anos antes do Granma) prendia os jovens por "tudo e por nada". O antigo guerrilheiro argentino, a quem roubou a alcunha, é o seu herói.

Na colonial Habana Vieja, este homem de 63 anos e uma longa barba posa para as fotografias dos turistas em troca de alguns pesos. Che lembra-se "como se fosse ontem" de ver entrar Fidel em Havana, última paragem da Caravana da Liberdade. "El Comandante chegou num tanque, com Fidelito ao lado". "E depois?", perguntamos. "Depois, tudo mudou... para melhor".

Saúde e educação são os aspectos que os cubanos mais gostam de destacar, quando é para referir as vitórias da revolução. Mas mesmo nestes sectores a situação já não é a que era. Nos últimos anos, a ilha "exportou" médicos e professores para outros países da América Latina e do Mundo, acabando por ficar com falta de profissionais. Mal pagos, estão sujeitos às pressões de todo o lado: quer isso signifique ganhar a vida a guiar um táxi ou receber dos alunos um pequeno suborno para garantir as boas notas.

Nos hospitais, os cubanos não pagam, mas muitas vezes faltam os materiais. "Um dia, precisei fazer uma radiografia e não foi possível", diz Yuan, de 30 anos, tantos quantos os do seu Fiat 500 que é preciso empurrar para pôr a funcionar. "Ou então, vamos à farmácia oficial do Estado e não há o remédio que procuramos, mas ao lado, na farmácia para os estrangeiros, já há", acrescenta, enquanto conduz pelo trânsito caótico de Havana.

Miriam, de 21 anos, dá graças a Deus pelos acontecimentos de há 50 anos. "Se não fosse a revolução, eu não podia estudar. Os meus pais não têm recursos", diz, sentada na escadaria em frente à Universidade de Havana. A nova geração de cubanos, que cresceu a ouvir louvar o regime, está dividida em relação ao futuro. Por um lado, estão confiantes nas mudanças iniciadas por Raúl Castro, mas por outro querem que estas ocorram mais rapidamente.

"Não acredito no fim do sistema, mas acredito numa abertura", explica Ariel, um mulato de 20 anos, colega de Miriam no curso de Alimentação. "Há muita coisa boa que a revolução nos dá. Em vez de criticarmos tudo, devíamos contribuir para a discussão, para as mudanças que já estão a acontecer", acrescenta, sob o olhar aprovador dos amigos. Quando a conversa recai no futuro presidente dos EUA, Barack Obama, os rostos dos dois jovens iluminam-se de esperança. Ao contrário dos mais velhos, acreditam que o "embargo" é só uma desculpa usada pelo regime para justificar as dificuldades. E acreditam que Obama já vai ajudar Cuba, permitindo, como prometeu, o envio de remessas e facilitando as viagens dos americanos à ilha.

De volta ao banco de jardim, Juan não se deixa enganar: "Já passaram dez presidentes dos EUA e as coisas nunca melhoraram. Porque é que agora havia de ser diferente?" Frente à secção de interesses de Washington em Havana, na mais famosa avenida cubana, o Malecón, um trabalhador pinta pacientemente cada um dos 138 postes do "bosque de bandeiras", plantado pelo regime para esconder as mensagens ianquis que iluminam o edifício à noite. No dia 1 de Janeiro, os cubanos vão assinalar aqui, na Tribuna Anti-imperialista, mais um aniversário da revolução que, para o bem e para o mal, continua viva.

2 - MILÉSIMOS DE SEGUNDOS SÃO DESAFIOS PARA PRÓTESES.

Cientista português radicado nos EUA pesquisa implantes cerebrais que dêem reacção rápida

A neurotecnologia é o domínio de investigação de José Príncipe na Universidade da Florida, Estados Unidos. Ele desenvolve aí próteses que se implantem no cérebro e que permitam transformar em acção a intenção de movimento.

A doença de Parkinson, a epilepsia, a cegueira ou a surdez, bem como as paralisias são algumas das aplicações nos seres humanos visadas pela neurotecnologia, uma área a que José Príncipe se tem dedicado. O seu grupo de pesquisa desenvolve implantes para o cérebro destinados a compensar deficiências sensoriais. Tendo como formação a área de engenharia (em que se formou na Universidade do Porto e de que depois foi professor em Aveiro), o investigador aponta como desafio maior o desenvolvimento de próteses cerebrais capazes de traduzir a intenção de movimento para a acção de um robô em cem milésimos de segundo. Esse objectivo, disse José Príncipe ao JN quando da sua recente participação, em Lisboa, num encontro de cientistas, justifica-se porque cem milésimos de segundo são precisamente o tempo da reacção humana.

Para este avanço o investigador uniu esforços com outro português, José Fortes. A ideia é constituir uma central a que possam estar ligados os aparelhos que estabelecem o diálogo entre o cérebro e as máquinas, por exemplo, um auxiliar de movimento ou cadeiras de rodas destinados a paraplégicos. Trata-se, afinal, de neurotecnologia para reabilitação.

Outra faceta da pesquisa de Príncipe no Laboratório de Engenharia Neurocomputacional, que criou já há cerca de 18 anos, consiste na miniaturização dos implantes a colocar no cérebro dos pacientes. Tendo como termo de comparação o estado da arte actual, o projecto é de tornar esses implantes dez vezes mais pequenos. O laboratório está a desenvolver eléctrodos capazes de amplificar os sinais do cérebro apesar de terem dimensões milimétricas, na ordem dos 15 milímetros.

A miniaturização é também procurada para as máquinas substitutas das sensações transmitidas ao cérebro e da resposta deste ao estímulo. Esses interfaces poderão vir a ser portáteis, com dimensões inferiores a uma moeda e dispensar as ligações por fios.

"Quero perceber a actividade global do cérebro e a forma como cada neurónio contribui para essa actividade na parte motora", sintetiza José Príncipe ao falar no que o move na sua vida de investigador. Os produtos da neuroengenharia são conhecidos internacionalmente como BMI (Brain Machines Interfaces). Elas estabelecem ligações directas entre a intenção de movimento e as entradas sensoriais e os computadores. A pesquisa levada a cabo por Príncipe tem contado com a participação de neurofisiologistas. Neste domínio há já grupos a trabalhar com humanos, mas no Laboratório de Engenharia Computacional da Universidade da Florida os testes têm vindo a ser feitos em macacos, nomeadamente para a verificação do tempo de resposta ao estímulo traduzido numa ordem de movimento.

Para o investigador português radicado nos EUA, as ligações entre o cérebro e máquinas devem passar para um patamar mais ambicioso em termos de aplicações. "Entre outras coisas, devemos explorar as hipóteses de elas serem recompensadas por bons desempenhos e aprenderem com a prática". Esse ajustamento inteligente seria particularmente útil nas acções necessárias à vida quotidiana, em que uma pessoa sem movimentos possa ordenar movimentos a um robô.

recolha de
JBS

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

ISTO FOI FEITO? ... DA IMPRENSA/ JN



A Junta Metropolitana do Porto


exige que o Governo revogue a resolução que permite desviar para Lisboa verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional, destinadas exclusivamente às regiões menos desenvolvidas do país.

Se isso não acontecer, a JMP avança com uma acção judicial no Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, solicitando a revogação daquela norma. Um parecer jurídico encomendado pela JMP considera que a resolução, de Julho de 2007, "viola grosseiramente as normas comunitárias", revelou Rui Rio.

O presidente da JMP falava, ontem, no final de mais uma reunião daquele organismo, que congrega os presidentes de 14 câmaras. O também presidente da Câmara do Porto referiu que a Junta vai enviar uma carta ao ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Nunes Correia, dando-lhe conta do processo. "Inequivocamente ilegal" Em causa estão as verbas dos programas temáticos, destinados às regiões de convergência, ou seja, as menos desenvolvidas (como é o caso do Norte).

Esses fundos europeus não poderiam ser usados na região de Lisboa, com índices de PIB (Produto Interno Bruto) per capita e de qualidade de vida acima da média europeia, logo, fora do objectivo de convergência. No entanto, uma resolução do Conselho de Ministros - 86/2007, de 3 de Julho - viabilizou o desvio de parte dessas verbas para projectos a realizar em Lisboa, desde que sejam considerados relevantes e de interesse nacional. Sendo assim, fundos destinados às regiões mais atrasadas poderão pagar projectos de milhões implantados em Lisboa. Rui Rio recordou que a JMP criticou logo a decisão, quando esta foi divulgada.

Entretanto, acrescentou, foi pedido um parecer jurídico sobre a legalidade da medida, face às normas comunitárias. "O parecer diz inequivocamente que a resolução do Conselho de Ministros é ilegal", afirmou, ontem, Rui Rio. O parecer foi encomendado a um escritório de advogados do Porto, que o autarca preferiu não revelar. O presidente da JMP observou, a propósito, que o parecer deverá ser divulgado caso se avance mesmo com a acção judicial para que o Governo revogue a resolução. "É nosso dever não ficar de braços cruzados", desferiu o autarca, contestando a possibilidade de se "despejar" em Lisboa verbas de outras regiões. "Pecado antigo" "Se o Governo alterar a norma, excelente; se não, em Julho a JMP tem obrigação de apresentar queixa em Bruxelas", disse Rui Rio, sublinhando que "não seria ético" avançar de imediato com um processo, antes de dar um prazo ao Governo para poder anular a resolução considerada ilegal pelo parecer jurídico. "O desvio de verbas para Lisboa tem sido uma constante, não é um pecado apenas deste Governo", salvaguardou, no entanto, o presidente da Câmara d

O MEU COMENTÁRIO

Foi feita alguma coisa? Acho que não!... então como é?....
publicação

JBS

domingo, 28 de dezembro de 2008

A AFEIÇÃO A UM CLUBE TOLDA A CONSCIÊNCIA E AFECTA MUITO A PERCEPÇÃO QUE TEMOS DA REALIDADE DE UM JOGO E DE CADA LANCE EM PARTICULAR Á. MAGALHÃES


OPINIÃO


..a afeição a um clube tolda a consciência e afecta muito a percepção que temos da realidade de um jogo e de cada lance em particular”.

Álvaro Magalhães.


O Engº LUDGERO MARQUES , que até há pouco tempo desempenhou na cidade do PORTO, o lugar de Presidente duma Associação de Empresários com mais de 150 anos de vida, parece-me ter dito numa entrevista ao Expresso, aí há um ano, que não concordava com a operação “Apito Dourado” ...

Estranhei bastante o facto, essa de um gestor, ser, aparentemente, contra o apuramento da verdade, seja em que matéria for.

Tenho tido muita dificuldade em entender este modelo de pensamento, de rejeitar a verdade sem mais nem menos, que, aqui no Porto é, de uma maneira geral, genérico, entre as pessoas da cultura, ou considerados com tal, como é o caso dos Magalhães, o Álvaro e o jovem Júlio, que, perante as afirmações de 4 árbitros internacionais (e nenhum é de Viana do Castelo), a confirmar a validade do golo do Benfica perante o Nacional da Madeira, o jovem Júlio no JN de ontem, muito sorridente na fotografia, vem dizer que o senhor Pedro Henriques, anulou muito bem o golo ao Benfica .. parecendo-me uma tomada de posição não correcta. e suportada por um argumento demasiado frágil.

O jornalista Álvaro, que também não quer que o golo seja validado, no JN de hoje, diz que para um portista “foi uma excelente decisão do árbitro e que a afeição a um clube tolda a consciência e afecta muito a percepção que temos da realidade de um jogo e de cada lance em particular”.

Estou a falar de pessoas com responsabilidades na imagem que deixam da cidade onde vivem ou trabalham, uma pessoa foi Presidente de uma Associação Empresarial com mais de 150 anos de existência, os outros dois são jornalistas e escritores.

Não estou a falar de pessoas que desconhecem os valores da ética, da honra, do respeito .. etc, etc, pelo menos faço o favor de pensar que sabem o que isso é, portanto concluo que o que disseram foi intencional, o que torna a cidade mais pobre.

Mas fiquei a saber pela pena de Álvaro Magalhães, “que a afeição a um clube, tolda a consciência e afecta muito a percepção que temos da realidade de um jogo e de cada lance em particular”

Será por aquilo que diz Álvaro Magalhães, “a afeição a um clube”, neste caso ao FCPorto, que o Engº Ludgero Marques não quer ouvir falar do “Apito Dourado” porque talvez o clube tenha beneficiado disso. que os senhores jornalistas e escritores Júlio Magalhães e Álvaro Magalhães, por afeição ao clube, não perceberam ainda que o Presidente do FCPorto sofreu um castigo de dois anos por supostos ilícitos desportivos e que recorreu e viu chumbada a anulação do castigo, será por afeição ao clube que, estes dois jornalistas já se esqueceram daquilo que disse, parece-me, o Presidente da UEFA, que apelidou esse clube batoteiro e que há sérias dúvidas, acerca da idoneidade dos resultados conseguidos durante esta Presidência, obtida em candidatura única.

Eu creio que sim, que o MAGALHÃES / ÀLVARO acertou na muge.

Então, meus meninos, favor escrever aos associados do FCPorto, para que se deixem de afeições ao clube, dessas que toldam a consciência e que afectam muito a percepção que temos da realidade de um jogo e de cada lance em particular. E que a UEFA irradie de vez o FCPORTO, o que para nós BENFIQUISTAS era bom.

E não me venham cá com insultos gratuitos, OK.


JBS

VOU ESCREVER UMA PEÇA DE TEATRO


PARA SE RERESENTAR AÍ NA SOCIEDADE NO FIM DO ANO DE 2009


Aceitam-se inscrições de actores para os papéis do Michelim e Joaquim Menino.


UM BOM DOMINGO PARA TODOS.


são os votos do




JBS

sábado, 27 de dezembro de 2008

IMPRENSA/ JN


CASO EPUL/BENFICA na PGR

Pinto Monteiro, procurador-geral da República, já terá nas mãos o relatório interno feito pela Empresa Pública de Urbanização de Lisboa sobre as facturas relativas à conclusão dos acessos ao novo estádio do Sport Lisboa e Benfica.
De acordo com o jornal "Correio da Manhã", o inquérito aponta para "indícios da eventual prática de ilícitos criminais" referentes ao pagamento, da EPUL ao Benfica, de mais de oito milhões de euros, quando o contrato de execução da obra, indicava cerca de 6,8 milhões.

Os factos remontam à época em que se preparava a construção de estádios destinados a servir o Euro 2004. A Câmara de Lisboa (liderada por Santana Lopes e com Carmona Rodrigues na vice-presidência) e a Assembleia Municipal decidiram que não iria haver qualquer comparticipação financeira por parte da autarquia ou da EPUL no projecto Benfica .

Ficou assente, contudo, que a "construção dos ramais de ligação às infra-estruturas de subsolo para o novo estádio, bem como a fiscalização e consultadoria da obra", seriam assegurados pela Câmara, através da EPUL, mas cujo custo nunca representaria mais de um milhão de euros. A autarquia acabou, no entanto, por dar instruções à EPUL para pagar ao Benfica mais de 6,8 milhões de euros, verba que acabou por crescer para mais de oito milhões.

Há cerca de dois anos, José Sá Fernandes denunciou publicamente o caso, comunicando-o ainda à Inspecção-Geral das Finanças, Tribunal de Contas, InspecçãoGeral da Administração do Território e Procuradoria-Geral da República

Na altura, Sá Fernandes argumentou que os justificativos para as despesas "nada têm a ver com a construção de ramais" e que boa parte das facturas apresentadas pelo Benfica tem datas anteriores à assinatura do contrato de execução e "diz respeito a empresas que não têm por objecto, nem de perto nem de longe, a execução de obras ou a sua fiscalização ou consultadoria

MEU COMENTÁRIO

Sou benfiquista e no meu clube “fruta “ desta qualidade ou de outra qualquer não a desejo ao contrário de outros que a fomentam ...

Portanto senhor Procurador faz favor de averiguar. Tem o meu apoio total.

João Brito Sousa

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

OPINIÃO


ESTA CIDADE DO PORTO.

OPINIÃO

Vivo aqui sem qualquer problema.
Da cidade em si, daquilo que ela me oferece para utilizar, nada a apontar.
Disponibiliza-me bibliotecas, cinemas, centros comerciais, hospitais, parques de lazer, um jornal .. e tudo bem.
Analiso uma cidade através da sua cultura cujos representantes serão os poetas e escritores. Aqui no Porto, ressalvo Manuel António Pina, Mário Claudio, Germano Silva e pouco mais. Os outros como MST, Álvaro Magalhães, Júlio Magalhães, FJV, e .. . não têm o meu aval
Do empresariado Rui Moreira e Ludgero Marques são pessoas a quem não reconheço qualquer mérito.
O meu Porto é o de MÁRIO CAL BRANDÃO, RUY LUÍS GOMES, o SENHOR BISPO, VIRGÍNIA MOURA, ALFERES MALHEIRO e SARGENTO ABÍLIO, D.PEDRO IV, GENERAL HMBERTO DELGADO.... que, na minha perspectiva são ofendidos por outras posturas, diariamente.

No JN de 22/23/24 dez. 2008, vinha uma entreviista com o jogador de futebol Cristiano Rodriguez .

diz que veio jogar à bola para o FCPorto para ser campeão, "Vim para ser campeão", diz ele em entrevista no JN.

Ora é sabido que o FCPorto não pode ser campeão de nada, porque tem o Presidente castigado com dois anos de suspensão por questões supostamente ilícitas, e penso que a UEFA irá actuar em conformidade no final da época, pelo menos. Aí vão as perguntas do jornalista e as respostas que deveriam ser dadas por esse tal Cebola, que não sabe onde é que se meteu ....


1 - A dimensão do F. C. Porto surpreendeu-o?

R: Mas qual dimensão? A que castigou o presidente em dois anos.

2 -Na época passada, jogou no grande rival, conhece as duas realidades. Por que razão o F. C. Porto ganha mais vezes do que o Benfica?

R: Se o Rodrigues tiver curiosidade em saber porque é que o Presidente foi castigado tem aí a resposta

3 - Foi devido à imagem de clube vencedor que apenas demorou cinco minutos a decidir-se, na hora de negociar o contrato?

R: Em cinco minutos ninguém assina contrato nenhum, em clube nenhum, ainda por cima com um presidente castigado

4 - Mas, entretanto, já regressou ao Estádio da Luz, para defrontar os antigos companheiros. Como se sentiu?

R: Representar o FCPorto não é orgulho para ninguém. Se Rodriguez se sentiu mal só pode ser por representar um clube que tem o presidente castigado.

5 -Tem, muitas vezes, de levar com os apupos dos adeptos encarnados. Como convive com a situação?

R: A pergunta é tendenciosa e carregada de ódio e não devia ser colocada.

Este é o comportamento de, vamos lá 3/5 da cidade. Uma cidade onde o futebol é tudo e não devia ser nada. So encontrei aqui uma excepção, o meu cabeleireiro Fernando, que não frequenta bares de alterne, a atracção de muita gente aqui..

O Dr. Silva Peneda escreveu um artigo em tempos “POBRE PORTO AFORTUNADA LISBOA”, pintou, pintou, pintou.. mas do essencial, nada....

Que grande capacidade que a cidade tem de passar ao lado... das coisas sérias.

Texto de
JBS

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

É NATAL


UM BOM DIA DE NATAL PARA TODOS,


São os votos do http//bracos aoalto.blogspot.com



JBS

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

OPINIÃO


PEDRO HENRIQUES E MANUEL MACHADO ESTÃO A MAIS NO FUTEBOL

E DEVEM SER SANEADOS E PROIBIDOS DE FALAR DE FUTEBOL. PORQUE NÃO TÊM A POSTURA DESEJÁVEL PARA O DESEMPENHO DAS MISSÕES ONDE AGORA SE ENCONTRAM.

PEDRO HENRIQUES, PORQUE VIU MIGUEL VÍCTOR NO CHÃO ENCOSTAR A BOLA PARA KATSURANIS FACTURAR E ANDA A ESPALHAR A SUA SABEDORIA AFIRMANDO COISAS QUE É IMPOSSÍVEL ELE VER.

O QUE ELE PODIA VER E DEVIA VER FOI O QUE NÃO VIU. REFIRO-ME AO CORTE DA BOLA COM A MÃO DO JOGADOR DO NACIONAL QUANDO ESTA SAIU DA CABEÇA DO JOGADOR DO BENFICA E DEPOIS A CACETADA QUE FOI VÍTIMA MIGUEL VÍCTOR QUE FOI AO CHÃO.

SÃO DUAS SITUAÇÕES ANTERIORES AQUELA QUE ELE SANCIONOU.
PREFERIU NÃO VER E SANCIONAR O QUE SÓ ELE VIU.

COMOÉ POSSÍVEL NÃO VER O ÓBVIO E VER O QUE NINGUÉM VIU.

PAARECE-ME QUE PEDRO HENRIQUES NÃO É HOMEM DE BEM, CONTRARIAMENET AO QUE PENSEI INICIALMENTE.

DEVE FICAR APENAS NA TROPA; NO FUTEBOL NÃO, PORQUE PREJUDCA TERCEIROS.
PEÇO IRRADIAÇÃO, PORTANTO.

IDEM PARA MANUEL MACHADO PELAS ECLARAÇÕES INFELIZES QUE PRESTOU.

DO JORNAL O JOGO
PARECER SOBRE A EXPLICAÇÃO DE PEDRO HENRIQUES
JORGE COROADO
Falta? de modo algum!
De modo algum a explicação do árbitro altera a minha opinião. É um facto que a intencionalidade já acabou, mas verdade insofismável é aquela que exige sensibilidade, compreensão e conhecimento do jogo. Na verdade, tratou-se de um alívio desferido à queima-roupa em que o defesa do Nacional emprega toda a sua força na bola para a colocar longe da baliza, e de modo algum, mesmo que o gesto de Miguel Vítor tenha eventualmente sido como reflexo de protecção, pode ser considerado faltoso. Objectivamente, foi a bola que embateu na mão do jogador, e não o jogador que foi à procura da bola.
ROSA SANTOS
O Movimento é acidental
É verdade que a intencionalidade já não está na lei, mas continuo a não concordar com Pedro Henriques. Porque os árbitros têm na mesma de julgar se é cometida uma falta ou, pelo contrário, se se trata de um movimento completamente acidental. A bola até pode ter batido na mão de Miguel Vítor, mas ele cai, e, com ele deitado, é a bola que vai embater nele, e não ele que procura o contacto com a bola. O que eu vejo é a bola a ir contra ele, e não ele a jogar a bola. Mantenho, portanto, a minha opinião de que não havia qualquer motivo para o árbitro anular o golo de Cardozo.
SOARES DIAS
Se fosse intencional...
Revistas as imagens e tendo em atenção os comentários efectuados, posso dizer que, de facto, se vê a bola a embater na mão de Miguel Vítor. Tenho, portanto, de aceitar a decisão. Naquela fracção de segundo, a decisão não podia ser outra - a não ser que tivesse mesmo a certeza absoluta. Se fosse eu, penso que tinha agido da mesma forma, desde que os meus olhos tivessem visto que o Miguel Vítor tocou a bola intencionalmente. Não sabemos se o gesto que ele fez é ou não para tocar deliberadamente a bola, mas, se o árbitro decidiu assim, é porque naquele instante teve a certeza absoluta de que estava a agir bem.
ANTÓNIO ROLA
Mão não é igual a infracção
O jogador do Benfica está caído a contorcer-se, e não se vislumbra qualquer infracção, até porque, em última instância, não se consegue identificar com exactidão qual a zona do corpo do atleta em que a bola embate. Sempre que a bola toque num braço ou na mão, isso não significa que exista uma infracção. Uma coisa é mão na bola… outra é bola na mão. Há duas formas de se julgar um lance deste tipo: uma delas é interpretar-se que é a bola a ir ao braço; outra é interpretar-se que é o braço ou a mão a irem à bola. Em relação a este caso, reafirmo, portanto, a minha opinião de que se trata de um caso que não é faltoso
MAIS OPNIÃO

Declarações (infelizes) do presidente da APAF ao jornal RECORD


“O presidente da APAF apoia Pedro Henriques. “Já falei com o árbitro. O que me disse ele? Isso é connosco. Confio a 100 por cento no árbitro em causa. É militar, é uma pessoa de bem, é sincero. Não pode mentir! Os factos foram presenciados por várias pessoas”, afirma António Sérgio, acrescentando: “Se o árbitro entendeu expulsar o jogador... é normal, face ao que sucedeu. É lamentável e desagradável que ocorram situações deste género. Seria bom que existisse protecção aos árbitros e fosse impossível que os jogadores tivessem contacto com eles nos corredores.”António Sérgio mostra-se preocupado com a frequência crescente de situações anómalas em relação aos árbitros. “Os jogadores às vezes dizem o que não deviam dizer, faltando-lhes calma e serenidade. Só peço que seja feita justiça e se evite que estas situações se repitam. É isso que me preocupa!”, diz o dirigente, frisando: “A função da APAF não é persegue ninguém. O nome do jogador em causa, para este efeito, nada me interessa.”


Não concordo com o presidente da APAF, por,

1 – Confia no árbitro a 100%. Porquê? Por ter ajuizado mal o lance? Ou porque razão? Terá de explicar.
2 –Ao dizer que o árbitro não pode mentir estará a considerar quem não concorda com o árbitro está a mentir. Com que direito? Só o árbitro é que é verdadeiro quando não foi, na minha opinião do julgamento que fez do lance.
3 – Diz o senhor que o árbitro expulsar um jogador é normal. Que é que o jogador fez? E porque o fez?.
4 – Lamentável diz o senhor, o que se passou no corredor. Não defendo isso mas o que me parece lamentável são as suas declarações à imprensa, onde o senhor parece vir promover a injustiça..
5 – Já pensou em demitir-se. Então pense nisso porque em meu entender o senhor está amais no futebol.

João Brito Sousa
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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

MUITO OBRIGADO


A TODOS QUE ME ENVIARAM VOTOS DE BOM NATAL E DE BOM ANO NOVO.


Um mundo melhor para todos e para o meu amigo João.
Baptista-Bastos

Para um Amigo que não conhecia que todos os dias enche o meu coração de poesiaNesta época especialUm grande abraço de BOM NATAL
Obrigada, pelas horas de recordações que deixate nos nossoscorações.Bem Hajas, e muita SAUDE

SOLEDADE URBANO


Meu caro João
Agradeço e retribuo a amabilidade dos votos de boas festas.
Um grande abraço com especial amizade
Jose Manta
Caros Amigos,

Com muita saúde e prosperidade desejamos Boas Festas.
Que o ano de 2009 seja repleto de sucesso pessoal e profissional.
São os votos deste escritório que continua ao vosso inteiro dispor.
Dr. Manuel Rodrigues
Dra Ana Luísa Rodrigues
Dra Elsa A. Correia
Cristina Antunes


E Boas Festas para vocês tambem.
Tudo do melhor, principalmente muita saude.
Beijinhos,
Quitéria

Ao meu amigo de há muito, muitos anos, eu desejo um FELIZ NATAL.
Que o novo ano nos traga tudo de bom, principalmente no campo da saúde.
Vou sabendo de ti pois consulto com regularidade "Bracos ao Alto" e o blog
"Os costeletas", parabéns pela tua actividade.
Abraços do amigo,
Zé Gabadinho


Agradeço e sugiro visita a
Run, butterfly, run!
no meu site
http://casimirodebrito.no.sapo.pt/
Casimiro, 2008.12.22

Caro Brito,
Só agora tive oportunidade de ver este assunto. Em meu entender é interessante e chama a atenção dos leitores que é o que se deseja.
Bom Natal e Um abraço
Mário

Caro Brito e Sousa
Agradeço e retribuo os votos de Boas Festas
Um abraço
Melhores Cumprimentos
HUMBERTO TEIXEIRA

amigos!
como todos los años, en esta época, renovamos nuestros mejores deseos,
especialmente para quienes son nuestros amigos, a muchos de los cuales
hace tiempo no vemos.
atachada va una tarjeta de puesta al día.
un gran abrazo,
rodolfo

Muito agradecemos e retribuimos
os Votos de Boas Festas
com muita Paz, Saúde e Harmonia
Um grande abraço da
Lídia e do António Machado

Recolha de
João Brito Sousa

O SLBENFICA DEVE UNICAMENTE RESPEITAR A DECISÃO DO ÁRBITRO.


OPINIÃO

ESTOU CONTRA!...

Ouvi dizer já por aí que o SLBENFICA vai processar criminalmente o sor árbitro. Não acredito.

O árbitro senhor Pedro Henriques decidiu o que viu. Não é justo processar o árbitro. O senhor árbitro quanto a mim, actuou dentro da sua leitura. Não direi se foi justo ou injusto mas julgou o lance dentro do seu onceito de justiça.

Eu acho que o árbitro errou prejudicando o meu clube mas nada me dá o direito de mandar o árbitro para a fogueira, porque estou convencido que o árbitro agiu de boa fé.

O futebol está aí de pé e com força devido a estes lances que suscitam dúvida. Passados os primeiros minutos onde me senti irritado, prejudicado e preocupado.... agora, estou do lado do árbitro por o julgar isento.

E o BENFICA terá que ter paciência porque um dia destes vai ser involntariamente beneficiado e fica sem argumentos.

Acho que a LIGA deveria castigar exemplarmente o treinador do NACIONAL pelas palavras que proferiu, pois tratou de defender uma coisa que ele não tem a certeza e com agente do futebol deveria possuir mais e melhor bom senso. Faltou-lhe honradez.

Parece-me ter lido que o FCPORTO vai processar criminalmente também qualquer coisa acerca do jogo com o Marítimo, mas isso é outro departamento, é pessoal que já têm 30 anos de experiência com bons resultados só o Platini é que não aceita nmem eu. Mas o Jesualdo, o Emanuel, o Candeias e o MST já andam a cantar de galo.

Como me entristece esta gente!...

Texto de
JBS

OBAMA


4 – OBAMA ELEVA PARA 3 MILHÕES A META DE CRIAÇÃO DE EMPREGOS

“O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, revelou ontem uma nova força-tarefa, com o objectivo de ajudar as famílias trabalhadoras com problemas. Segundo um aliado de Obama, o plano de recuperação económica do presidente eleito será expandido para tentar preservar 3 milhões de empregos.”

MEU COMENTÁRIO

A notícia não condiz a bota com a perdigota, porque “CRIAR EMPREGO NÃO É A MESMA COISA QUE PRESERVAR” 3 milhões de empregos.

Em condições normais isto não é fácil, porque uma economia que dum pé para a mão cria 3 milhões de empregos, quer dizer que tem potencial e esses empregos perderam-se por incúria ou outra coisa qualquer..

A mim o que me parece é que esses empregos nunca se perderam os trabalhadores se calhar estavam no desemprego, de baixa, o outra coisa qualquer. Porque criar empregos de raiz, numa altura em que as famílias estão preocupadas com a dinâmica empresarial que não está a funcionar

Isto e assim. Os empresários não investem do seu dinheiro; vão buscá-lo ao banco. Se a s taxas de juro são muito elevadas o produto final encarece e, se não está ao alcance da bolsa das famílias a fábrica não vende, não factura, não entram valores e a empresa não tem liquidez, não paga salários, não paga impostos....

Reduzindo as taxas de juro é um contributo válido para a criação de emprego

Outra hipótese é o Governo injectar (oferecer) dinheiro nas famílias para que estas possam comprar os bens e pagá-los a «cash» e assim pôr a economia a mexer.

O vice-presidente eleito, Joe Biden, terá a função de impulsionar a educação, treinar e proteger a seguridade da fonte de renda e a aposentadoria de famílias de classe média, cuja situação Obama tornou uma questão central durante a sua campanha.

Educação OK, treinar e proteger a seguridade da renda e aposentadoria, custa milhões de US dólares. Donde vem tanto dinheiro? As empresas? O Estado? Dos dois?. E preciso saber.
Haverá investimento realmente significativo, seja de US$ 600 bilhões ou US$ 700 bilhões", disse Biden. "É um número que ninguém pensava há um ano."
"Não há outra alternativa no curto prazo a não ser evitar que a economia afunde totalmente. Essa é a única alternativa no curto prazo", disse Biden.
Assim pode ser.

João Brito Sousa

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

FOMOS ROUBADOS

SLBENFICA 0 / NACIONAL DA MADEIRA 0


O GOLO DO BENFICA FOI LIMPO; DISSE JORGE COROADO NA RÁDIO.


RECORD

Golo anulado ao Benfica. Canto para Jorge Ribeiro na direita. Yebda cabeceia contra a defensiva e a bola acaba por sobrar para Cardozo facturar mas Pedro Henriques considera que
Miguel Vítor, estendido no relvado e de costas para o lance, tocou no esférico com a mão intencionalmente antes do remate do paraguaio,
após o alívio de Cléber junto à linha de fundo.


O JOGO
Benfica empata com o Nacional no Estádio da Luz
O Benfica não apriveitou os torpeções do FC Porto e do Sporting, empatando a zero esta noite na Luz diante do Nacional. Num jogo pobro, os encarnados atacaram, mas sem clarividência. Empenho houve, mas bom futebol não.
Mas o jogo acabou marcado por um erro de Pedro Henriques, que anulou um golo ao Benfica por mão de Miguel Vítor. Enganou-se: a bola foi-lhe à mão, sem até que o jogador a tenha visto...
A BOLA
Não vislumbrámos qualquer falta do jogador encarnado.

Se isso é verdade poderá estar iinstalada a NORTADA de que fala MST.
JBS