segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

OS SALÁRIOS


OS SALÁRIOS


A Adm. Do Banco de Portugal vai reduzir os salários dos Administradores e do pessoal administrativo. A notícia até parece que encerra uma grande novidade e que contem em si grande significado.

Em meu entender os salários são, ou deveriam ser, intocáveis.

Ainda não vi nenhuma manifestação de desagrado e deveria haver. Entendo que em primeiro lugar se deveriam evitar situações BPN e outras que foram abusivamente realizadas.

A diminuição de salários é uma forma camuflada de tentar resolver uma situação caótica.
JBS

domingo, 16 de janeiro de 2011

ACADÉMICA / BENFICA

OPINIÃO

A Académica fez um bom jogo, teve dois lances de baliza aberta que falhou enquanto ao Benfica foram-lhe negados duas grandes penalidades limpas.

O lance do golo do Benfica, vi agora na televisão, foi limpo, apesar de Saviola estar adiantado não influencia no golo cuja, bola lhe vai bater à mão. Penso eu.

O Benfica acusou a responsbailidae do jogo. Ganhou.

JBS

OS COSTELETAS

TENHO ACOMPANHADO.

E é com agrado que verifico que a alma está lá. Surgiu agora o Montinho em grande estilo e tem estado muito bem. Não é fácl ter aquelas ideias. Aquela do idiota está muito bem metida. Só que, a pessoa, apenas é conhecida pela malta de 40.
A vida é aquilo que o Montinho diz, uma espécie de vida ao contrário, no fim de contas, uma coisa complicada.
Vou seguir os conselhos do Montinho.

JBS

sábado, 15 de janeiro de 2011

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

COMPLETAMENTE DE ACORDO

PARABENS Dr. Mário Soares

Os VENCIDOS DA VIDA de hoje.
por Dr. Mário Soares (Visão)

Irritam-me os portugueses que se comprazem em dizer mal de Portugal. Tudo é negro no nosso país e tudo vai ser pior. Esta moda, snob, vem desde os "vencidos da vida", uma tertúlia chique, criada em finais do século XIX, por reputados intelectuais, escritores e aristocratas, como Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Carlos Mayer, Guerra Junqueiro, António Cândido, marquês de Soveral, conde de Ficalho, Lobo d'Ávila e outros mais, que marcaram a sociedade portuguesa da época, com o seu aristocrático pessimismo e a necessidade que sentiam de idolatrar a França e a cultura francesa.
O rei D. Carlos era também um apaixonado da França, que visitava regularmente. Era, aliás, mal casado com uma francesa, a rainha D. Amélia de Orleães, e quando ia a Paris, "respirar civilização", comprazia-se, à partida, a dizer aos seus acompanhantes: lá vamos voltar para "a nossa piolheira". Foi esse desprezo por Portugal e pelo Povo Português - sobretudo após a cedência ao ultimato inglês - que conduziu ao 31 de Janeiro, a primeira Revolução Republicana (frustrada) que teve lugar no Porto, e depois ao regicídio e ao 5 de Outubro.
O movimento republicano teve sempre, assim, um cunho acentuadamente patriótico, desde a celebração do tricentenário de Camões, em 1890, que levou, em 1916, a República a participar na I Grande Guerra, essencialmente para defesa das nossas colónias, ameaçadas pelos apetites de expansão de Inglaterra e da Alemanha, com origem no mapa ?cor-de-rosa e na Conferência de Berlim.Vem isto a propósito da irritação - e da tristeza - que me provocam as diatribes de muitos comentadores encartados e economicistas que só veem os números - e não as pessoas, que são o que conta - quando nos procuram convencer que "Portugal está falido, vai deixar de ser um país independente" e outras diatribes sem sentido. Até porque não nos dizem nunca o principal, isto é: como vamos sair da crise que nos afeta, vinda da União Europeia... A verdade é que a maioria dos portugueses, das nossas elites, não conhece o que se passa em Portugal e os progressos incomparáveis que fizemos desde o 25 de Abril. Desprezam os progressos materiais - que são incontestáveis - e o salto imenso que demos, quanto ao prestígio de Portugal no mundo, ao sucesso internacional da Revolução dos Cravos e a influência que teve em todos os continentes, bem como o patamar em que hoje os portugueses estão, em todos os domínios: Ciência, Artes, Tecnologia, Investigação, Cultura, Informática e até no Desporto...
Pertenço ao Júri do Prémio Pessoa e todos os anos, na reclusão do Hotel de Seteais, em Sintra, tenho o gosto de estudar e trocar impressões com os meus colegas, sobre os inúmeros candidatos que nos dão a escolher, em todos os domínios do conhecimento. É impressionante e reconfortante. Este ano, atribuímos o prémio a uma prof.ª, médica, investigadora chefe de um Centro que funciona na Faculdade de Medicina de Lisboa, com dezenas de investigadores doutorados, em Portugal e no estrangeiro, que estudam os mecanismos básicos nas células humanas. Trata-se de um Centro de excelência, de grande prestígio internacional, obviamente nos meios científicos da especialidade.A prof.ª que dirige o Centro e à qual foi atribuído o prémio chama-se Maria Carmo Fonseca. É uma cientista altamente reputada e reconhecida nos meios científicos. Discreta, portuguesa dos sete costados, com uns olhos glaucos, que revelam a sua extraordinária inteligência. É um exemplo - um simples exemplo - do Portugal livre em que vivemos, em que se fazem descobertas e estudos, admirados por todo o mundo, que os derrotistas, que todos os dias entram pelas nossas casas, pelas televisões, não conhecem, porque nada sabem das pessoas - o capital mais precioso - e só se ocupam dos dinheiros e das taxas dos juros, que todos os dias sobem ou descem, na economia virtual em que persistimos em viver..
Retirado da Visão
por JBS

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

CRITICA LITERÁRIA

AO MEU LIVRO "COMO SE GOSTASSE"
Por Américo Pires Ramos

Amigo João.

Haja saúde.
Como me pediu, aí vai a minha opinião sobre o seu livro "COMO SE GOSTASSE".

Ora, o que dizer do livro (que sais je...)

Porquê?

A chave está na página 99

O que eu encontro neste livro encontrei também nos livros "LUCIDEZ DE PENSAMENTO" e "SONETOS IMPERFEITOS"

E o que é que eu encontrei?

Encontrei,

um professor,

De História, Geografia,Moral, Ciências Económicas e Financeiras, Filsofia, Amante 5 estrelas e poeta.

Haverá algum leitor, dito como tal, que exija mais do que isto? é impossível...

O lugar exacto deste livro e na biblioteca ao lado dum Atlas, dum Dicionário, pois é um verdadeiro guia.

Como vê goste imenso do livro.

CARO AMIGO,

Sinto-me grato pela apreciação que faz do livro
Deixo-lhe um abraço.

João Brito Sousa


Favor consultar o blogue

http://apcgorjeios.blogspot.com/

Livros, ofertas de Natal.

João Brito Sousa

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O MELHOR DO MUNDO

PARABENS.

Quando José Mourinho começou a carreira, vi nele grande futuro porque lidava bem com a polémica, que penso ser o seu ponto forte.

José Mourinho tem uma resposta provocadora que no futebol funciona. Ganha-se com as palavras.

Nunca foi nome sonante do futebol , como jogador, apesar de ter jogado federado, mas penso que não passou dos juniores.
Acho que o prémio é merecido, porque conhece bem os meandros do futebol. Veja-se como ele se comportou no palco na hora de receber o prémio.Falou pouco, em português, cara de poucos amigos, falou dos seus jogadores e da família.
De tácticas saberá igual aos outros, leitura de jogo idem, relacionamento com os jogadores sabe mais e é excepcional, relacionamento com dirgentes e outros agentes ligados ao clube o suficiente.
Pontos altos da sua carreira. Quando foi para o Chelsea Boby Robson convidou-o para almoçar e Mourinho disse não. Rejeitou. Disse que a esposa iria tomar chá com a senhora Robson. Este não foi uma grande vitória pessoal.
Fazer do Inter campeão com aquela equipa de "velhos" não está ao alcance de mais ninguém. Só de José Mourinho que por isso é o melhor.

O casamento parece-me sólido. A referência à família em todos ou quase todos os momentos é fundamental.

Os grandes trunfos de Mourinho estão na liderança.

Penso eu.

JBS

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CAVACO E AS ACÇÕES


O LUCRO DE 140 %

Aníbal Cavaco Silva tem passado as passas do Algarve na campanha para a residência da REPÚBLICA. Manuel Alegre e Defensor de Moura têm-lhe chegado bem. Chegaram ao ponto de vir dizer que o homem tinha vendido as acções adquiridas na SLN uma empresa do BPN com um lucro de 140 %.

Até foi, mas esse indicador induz numa outra coisa, a raiar lucros fabulosos, quando na verdade os 140 % de lucro resultou de CS comprar as acções a um euro cada e vendê-las a 2. 40.

Sem contrato.

O contrato de venda das acções que o actual Presidente da República detinha na SLN, sociedade proprietária do BPN, afinal não existe. O diário "i" noticia hoje que os acordos de recompra eram feitos directamente com Oliveira e Costa, pelo que não há documentação a comprovar os negócios de Cavaco Silva.

Mas penso que há aqui uma instituição que MA poderá embirrar, que seria o Banco de Portugal, que tem como função principal fiscalizar as entidades bancárias.

E não o fez.

Alberto Queiroga Figueiredo, presidente da SLN Valor, membro da Comissão de Honra de Cavaco: "Não existe contrato. Os únicos contratos que existiam eram contratos de recompra, o que não é o caso".

Estranho o Banco de Portugal, não topar esta situação.
O preço de venda – 2,4 euros, o que representou uma mais-valia de 140% – até foi mais barato do que se pensava. O semanário "Sol" noticia hoje que, na altura em que Cavaco vendeu, houve acordos que previam um preço de 2,75 euros por acção. "As acções de Cavaco - adquiridas em 2001, por um euro cada - foram compradas pela SLN, dois anos depois, pelo preço unitário de 2,4 euros, quando o preço que esta já praticava era de 2,75. Cavaco perdeu, assim, cerca de 36.682 euros", escreve o semanário.
De qualquer forma, a operação esteve isenta de tributação. Isto porque, à altura da operação (2003), o Código do IRS previa a isenção do pagamento de mais-valias provenientes da alienação de acções detidas há mais de 12 meses.

A ser verdade o que deixo escrito, parte retirado da imprensa, agora sou eu que acho que MA deveria reequacionar o que disse, pois a sua pergunta “a quem vendeu Cavaco as acções” não é legítima.

Abater CS por abater não.
JBS

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

VAMOS CONTINUAR

O ASSUNTO É:

Como vai ser a partir de agora.

Os anos aumentam e a biologia dá-nos sinais. O problema que estamos a querer discutir não tem discussão possível porque não tem bases palpáveis. Não conhecemos nada. Depois da máquina parar o que é que se segue?

Sabes zero. E como tal nada mais haverá.

Para onde vamos depois da nossa passagem por cá, eis a questão. Não chegamos a ir.

É só.

Nem Lavoisier.

Aprecio o APC, que é mestre. Estou a falar a sério. A sua argumentação está correcta quando me pergunta como pretendo eu ser digno numa sociedade que eu próprio classifiquei de indigna, por ser constituída por homens maus.

Que ando de contradição em contradição e não saio dela. É uma opinião respeitável.

Mas pouco construtiva.

A sociedade humana que existe é criticável. Se fossemos mais humanistas a nossa passagem por aqui seria mais agradável.

Obviamente que não desejo nem preconizo uma sociedade de bonzinhos, Seria uma merda, sim.

Mas pretendo uma sociedade onde os homens tenham mais consciência de que não valem nada.

E procuro dar o meu contributo para uma sociedade melhor.

Ab.
João Brito Sousa

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

ALÔ DIOGO

A FINITUDE


Será uma boa desculpa para se encerrar um assunto. Efectivamente, também não temos a certeza se isto tudo acaba, por isso não poderemos utilizar esta palavra.

Até aqui o assunto é pacífico

O problema coloca-se antes da nossa própria finitude, ou seja, qual deverá ser o nosso comportamento quando andamos por cá, eu no Porto, o Adolfo nos Gorjões e o Diogo nos Sates.

Foi aqui que tudo começou. O ser humano está vocacionado para o lado contrário da honra e da dignidade humana. O Adolfo perguntou logo. Dignidade
De quê? “Digno de ser homem? Digno da sociedade? Digno da tua humanidade? Digno da tua consciência? De qualquer modo, pela humildade de apenas pedires ser digno, mereces ser ouvido…”

Bom, a verdade é que eu não posso exigir mais de mim do que ser digno. Opto por ser digno da sociedade. Porque conseguir isso seria muito bom, porque, penso ser um comportamento que ninguém consegue . Há sempre umas coisinhas.

A ideia da oração que aceitei fazer refere-se ao período em que andamos por cá. Quem é que me diz o que é que eu ando cá a fazer.

Tudo se transforma disse Lavoisier. Mas em quê, como e quando ?

Tem a palavra a Monarquia.

Ab.

João Brito Sousa

POEMA

NA TUA FACE.


É um livro de versos
Que vou fazendo dia a pós dia
Às vezes há semanas que não lhes
Pego. Mas depois volto atrás e
Vou lê-los. E ao saboreá-los
Até me parecem Poesia
Porque são palavras com ideias
Que dizem coisas interessantes
Que é bom ouvir e tentar discernir
Para saber e conhecer a vida toda
Que é o que é a vida. A Vida
Não é parte…E é ela
Que eu encontro toda a manhã
Toda a tarde de todo o dia
E dela retiro o encantamento
Que trago para dentro da minha
Poesia.


joão Brito Sousa

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

AO ADOLFO PINTO CONTREIRAS

A TRABALHEIRA METAFÍSICA

Penso que essa trabalheira acontece a todos nós e que muito poucos escapam. Digam lá o que disserem. Por acaso, conheci um operário, que me pareceu não ter medo dessa coisa da morte. Bebia o seu copo porque sabia que ia morrer daí a três ou quatro dias. O filósofo Kant disse nessa hora: está tudo em ordem. O problema não é das malandrices que se fizeram mas sim do nosso destino.

Escrevi esse texto por ter lido que Sua Sanidade começava o dia orando uma prece especial e achei piada a isso e dei-lhe crédito. E até escrevi um texto para esse efeito, mas que ainda não funcionou.

Mas ao escrever o texto não quero dizer que me submeta a qualquer vontade suprema nem que me coloque no lado mais cómodo da vida, que é estar ao lado de Deus como vulgarmente é chamada a esta entidade que outros chamam Universo.

O problema metafísico resolve-se se nos convencermos que a vida precisa da morte, até porque viver eternamente não deveria ser uma coisa boa. O sol um dia apaga-se. A finitude é o destino de tudo A pergunta é: para onde vamos ?

Dignidade sim.

JBS

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A MINHA ORAÇÃO

A MINHA ORAÇÃO
por João BRITO SOUSA

Normalmente aos domingos vou almoçar fora, num Centro Comercial da cidade, indo depois tomar café no espaço a tal destinado, pertença de uma livraria que lá se encontra. De seguida dou uma volta pelos livros e trago um e depois outro e às vezes outro. Desta última vez que lá estive, peguei num livro escrito por Sua Santidade o Papa Bento XVI e às tantas, li, não me lembro em que página, que Sua Santidade,, começava o dia orando uma prece pessoal, diferente das que normalmente estamos habituados. Gostei da ideia, pela originalidade e pensei que também eu, deveria começar a preparar a minha oração, por sentir que tinha coisas a dizer aos outros e principalmente a mim próprio.
Curiosamente, eu já andava com essa ideia na cabeça desde há uns tempos, tendo inclusivamente respondido a um anúncio brasileiro, sobre o assunto Jesus Cristo e aconselharam-me a frequentar a Igreja e ler a Bíblia.
Por preguiça nem fui à Igreja nem li a Bíblia. Por um lado porque na Igreja ouvem-se os assuntos que se lêem na Bíblia e quero ser eu a estabelecer as regras de comportamento porque me devo guiar. Porque ler a Bíblia é ler a minha consciência.
Nesta altura do Natal, a TV passa filmes, versando temáticas da Igreja e da Religião, cujos actores principais se afiguram com as imagens que temos de Jesus Cristo, tendo à sua volta uma multidão de pessoas, que seguem o suposto Messias, olham os céus com ansiedade e angústia notórias, o que em meu entender não faz sentido. Do mesmo modo não é necessário o apoio da Fé para se acreditar no Além. Porque a Fé é uma questão difícil de abordar. Eu prefiro acreditar. Por uma razão simples: é que entre nós e o Universo não há qualquer possibilidade de nós nos agarrarmos a seja o que for, porque a diferença de poderio é tal que não temos outra hipótese que não seja aceitar que há algo que nos é superior.
Indiscutivelmente.
Portanto, parto da verdade única e certa, que tudo o que nasce morre e é aqui, no significado desta palavra, que se joga tudo, porque desconhecemos quando se morre e para onde é que vamos. O que fazer, face a isso?
Muito difícil a reposta, porque não há indicadores de espécie alguma, acerca de quem nos poderá auxiliar e sobretudo guiar. Só nos resta uma coisa; iludirmo-nos. Como? Imaginando que há alguém que nos pode ouvir, ajudar e que nos possa tolerar. Porque estamos sós, entregues a nós próprios, só nós e nós e com alguma ilusão, acreditando que haja alguém que nos oiça, podemos dar alguma razão à nossa existência. E é a esse Alguém, que todas as manãs o dirigir estas palavras, em jeito de oração.
Senhor do Universo, tu que criaste o local onde habito, ajuda-me a vencer as dificuldades do dia a dia, nomeadamente, orientar o meu pensamento para a prática dos princípios éticos, porque a tendência que vejo neste ser que aqui habita, é contrária aos valores desejáveis. Quero ser digno.
Com as palavras contidas nessas 3 / 4 linhas, seguidas por todos, creio que o mundo seria melhor e é essa a minha luta. Porque não é o mundo que é mau. Nós, os homens que o constituímos é que não prestamos para nada.
É o que eu penso.
jbritosousa@sapo

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

GRANDES INVESTIMENTOS

RETIRADO DO REGIÃO SUL


2011: Grandes investimentos ?!...
Em 2010 um dos maiores projectos de investimento para o Algarve, ganhou luz verde com a Câmara de Loulé ao assinar o
protocolo com os representantes da cadeia sueca IKEA, após ter sido aprovada a elaboração do Plano de Urbanização para a
zona de Caliços, viabilizando este investimento.
O secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, deixou implícito no dia da
assinatura deste protocolo, em 2 de Dezembro, que a concorrente Auchan não deveria avançar com o seu projecto denominado
«Allegro Algarve», previsto para a Zona Industrial de Loulé.
Mas, o Região Sul não ficou convencido e foi averiguar se esta declaração de Fernando Serrasqueiro estaria bem fundamentada.
E, o que de facto se apurou é outra realidade. Não só o projecto concorrente da Immochan / Enolainvest se mantém vivo, como
há também alguma evolução, tendo-se conseguido comprovar que o processo de investimento - que se suporta maioritarimente
em capitais de empresários algarvios - terá sido iniciado em Outubro de 2005, primeiramente através de reuniões com a autarquia
de Loulé para aferir da sua viabilidade e depois com a CCDR do Algarve (em Maio de 2007) para obtenção dos respectivos
pareceres, iniciando também as negociações com a Immochan, concluídas em Dezembro de 2007.
A Enolainvest vinha a público anunciar a intenção de investir 400 milhões de euros num cluster comercial, junto ao nó Loulé-
Centro da Via do Infante, cujo projecto estaria a avançar. Em 2008 era prevista a integração das siglas Immochan e Ikea, neste
mega investimento, mas a situação alterava-se. Em 2009 uma nova empresa (IMO 224, constituída em Novembro de 2008) cujos
accionistas são advogados do escritório PLMJ (Dr. Júdice), iniciava a compra de terrenos na zona próxima do local onde o
Hospital Central do Algarve estava projectado e pouco tempo depois surgia a assinatura na autarquia de Loulé com os
representantes do Ikea. As razões que possam justificar toda esta celeridade, não foram explicadas até hoje!...
Ambos são projectos importantes para o desenvolvimento da região Algarve
Vale a pena recordar que os dois projectos de investimento são importantes, e se desde 2007 que as empresas Enolainvest -
Promoção e Construção, SA e Planco Distribuição SGPS, SA (Grupo Auchan - Immochan) manifestaram junto da autarquia
louletana a sua intenção de investir 400 milhões de euros, num projecto que irá garantir cerca de 4000 postos de trabalho directos
e cerca de 3000 indirectos”, tudo leva a crer que em 2011 este projecto possa finalmente obter também luz verde.
É de salientar que ao longo de 2009 e 2010, a IMMOCHAN e a ENOLAINVEST desenvolveram e continuam a desenvolver,
acções junto das entidades competentes, com vista à aprovação do seu dossier. Assim, não corresponde à verdade que a
Immochan tenha desistido do projecto, como o secretário de Estado avançou em 2 de Dezembro.
Ao Região Sul foi garantido por elementos ligados à Enolainveste que nos últimos dias entrou documentação complementar na
Câmara Municipal de Loulé, nas várias entidades nacionais e regionais, assim como nos vários ministérios que emitem pareceres
sobre este género de investimentos - uma área de construção entre 150.000 e 200.000 metros quadrados, com enquadramento
na zona do futuro Aeródromo de Loulé e muito próximo da Zona Industrial e Comercial de Loulé.
Nesta perspectiva, é muito provável que em 2011 este investimento seja também aprovado nesta zona central da região algarvia.
Apenas um aspecto merece ser considerado - o da concorrência - única regra provavelmente tida em conta para travar um dos
projectos, curiosamente o mais antigo.
JMM / RS
JBS

sábado, 25 de dezembro de 2010

POESIA DO HONORATO

Olha Brito ADOREI

- Conheces aquela historia da profesora que após a sua festa de despedida pediu a palavra muito comovida quis agradecer os elogios, dizendo ...só me ocorre um ADJECTIVO---ADOREI.
Agora voltando ao Natal, vou escrever duas quadras:
A noite de Natal na tua aldeia!
Pensa nela um momento,um só momento...
Pensa na luz difusa da candeia...
Escuta,fora,passear o vento...
Pode o vento passar _ que não faz mal :
dentro de casa tudo em paz descansa!
Esta é a Noite de Natal!Natal
Hoje, nos corações, nasce a esperança!
Recebe um abraço amigo e os votos de Feliz Natal e melhor Ano Novo com boa saúde.Sempre ao teu dispor.
Honorato Viegas
COMENTÁRIO.
Bonita poesia a do Hnorato Viegas. Tem sentimento, tem ternura e saudade. É uma poesia carinhosa. Mito bem.
JBS

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

ISTO SIM... É BONITO

DO MANO

O Rogério deseja-vos:
Uma Boa Consoada com a Família;
Um Santo Natal;
uma Boa Passagem de Ano;
Um Bom Ano 2011 e
Com muita saúde
Um abraço
Rogério

Obrigado. Agradeço retribuo.

Ab.
JBS

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

BONITO.... BONITO... NÃO É ...




O DINHEIRO, SEMPRE O DINHEIRO


A descoberta foi feita pela Inspecção-Geral de Finanças numa auditoria já enviada à Procuradoria-Geral da República.

O Presidente do Conselho de Administração dos CTT, Estanislau Mata da Costa - que se demitiu no final do mês passado, sem ter terminado o mandato - recebeu, durante cerca de dois anos, dois vencimentos em simultâneo: um pelo cargo nesta empresa, de cerca de 15 mil euros, e outro correspondente às suas anteriores funções na PT, de 23 mil euros. E isto apesar de ter suspendido o vínculo laboral com a PT.

A descoberta foi feita pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF), na sequência de uma auditoria realizada após denúncias da comissão de trabalhadores dos CTT sobre actos de alegada má gestão na empresa. Segundo soube o SOL, o Conselho de Administração da empresa terá recebido o relatório preliminar desta auditoria no dia 29. A demissão de Mata da Costa foi anunciada no dia seguinte e justificada pelo próprio com «razões exclusivamente do foro pessoal e familiar».

A IGF classifica esta acumulação de vencimentos por parte de Mata da Costa - num valor mensal de cerca de 40 mil euros (ao todo, um milhão e 575,6 mil euros recebidos entre Junho de 2005 e Agosto de 2007) - como «eticamente reprovável, ainda que possível do ponto de vista legal». Ainda assim, a IGF decidiu encaminhar o caso para a Procuradoria-Geral da República, por ter «dúvidas quanto à legalidade» da situação.

Segundo o relatório preliminar da IGF, a que o SOL teve acesso, Mata da Costa, que era quadro da PT, foi nomeado para presidir aos CTT em Junho de 2005. Mas, em vez de se desligar desta empresa, fez um acordo de «suspensão do contrato de trabalho, embora estranhamente sem perda de remuneração»


COMENTÁRIO.


Admiitndo que este senhor pensasse que estava a fazer tudo dentro da legalidade, apesar de se ter desvinculado da PT, uma pessoa que ocupa uma posição de destaque numa grande empresa como é os CTT, tem que pensar que não tem ética este comportamento. Uma personagem com formação superior a quem é detectada uma situação destas, ao ver esta notícia o que pensará ele? Como estará a passar? Com que cara aparece aos flhos e à mulher, em suma, à família, em geral ?


JBS

É PRECISO REFLECTIR

TESTEMUNHO DE S. FRANCISCO DE ASSSIS
Gerações sucedem-se, séculos passam e a vida dos homens continua na mesma rota sem qualquer alteração, sem qualquer transformação.
Encontramo-nos hoje um impasse. Em algumas dezenas de anos, tudo se alterou no que tem a ver com as condições de sobrevivência da nossa espécie.
Tudo está por saber, no que tem a ver com a forma como vivem os homens: uns com os outros ou uns contra os outros?
A palavra de ordem da sociedade ocidental, sociedade baseada na competição conduzem a colectividade humana à catrastrofe.
Urge reflectir.

JBS

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

MUITO OBRIGADO ZÉ NEVES

AS PALAVRAS
Por Zé Neves


A ti poeta de doces
tesas palavras que falam mudo
aos gritos,

eu saúdo e felicito
tuas empresas poéticas sensíveis,

purezas da alma
que tocam a rebate
cordas líricas e levezas todas

que coração de poeta
contém dentro

onde o vate nasce de repente,
e
de caneta pinta o que lhe dá na "veneta".

Um abraço do José Neves

OBRIGADO MEU CARO ZÉ NEVES

Ele, sim, um poeta.

Zé Neves, para mim é, rigor, empenho, verdade, sinceridade, autenticidade, amizade e bola no pé esquerdo.

JBS

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

FESTAS FELIZES

FESTAS FELIZES


É o meu voto sincero
Amigos
É isso que quero
Para todos
Quer para os de maior rendimentos
Quer para os de menores
Mas o fundamental
È haver sentimentos
De amor
E de querer
Só assim podemos entender
O que é sentir faltas
E necessidades
É verdade que a vida é tudo isso
Também
Ou seja…
É levar a amizade mais além
Por dever
Por querer
Por sentir
Por intuição
Porque só assim
Posso abrir o meu coração
A ti
Que nunca te vi
Ou a ti
Que vejo todos os dias

Sim, é para todos
Que desejo

FESTAS FEIZES


São os meus votos.


João Brito Sousa

PÕNCIO MONTEIRO

FALECEU.

O membro do Conselho Superior do FC Porto, e comentador na TVI, faleceu esta manhã, no Hospital Santo António, no Porto.

Pôncio Monteiro, membro do Conselho Superior do F. C. Porto, faleceu esta terça-feira na sequência de um AVC. O membro do Conselho Superior do FC Porto e comentador na TVI estava internado no Hospital de Santo António, no Porto, desde sexta-feira e acabou por não resistir à doença.
Pôncio Monteiro foi encontrado inanimado em sua casa, na sexta-feira, 17 de Dezembro, na sequência de um acidente vascular cerebral. Desde então, que estava internado na unidade hospitalar da invicta, mas acabou por não resitir.
Na quinta-feira, Pôncio Monteiro, de 70 anos, esteve na festa de Natal do FC Porto onde, de acordo com os relatos, se apresentou aparentemente bem de saúde. Recorde-se que, em 2006, Pôncio Monteiro teve de ser operado na sequência de um aneurisma cerebral.
Retirado do sapo.
JBS

domingo, 19 de dezembro de 2010

PALAVRAS DO ANDRÉ

Diz o cavalheiro,

"Não andamos distraídos com compras de Natal”

Desde que chegou ao FCPorto, o senhor André Villas Boas tem passado o seu tempo a dizer coisas que eu, pessoalmente, não percebo lá muito bem.

E gostava de perceber.

Será que é preciso ver como foi esse penalty aos 90 minutos?

Era bom que este senhor conhecesse o historial do clube que representa. Creio que o futebol é a área profissional do senhor. Não a respeitando não se respeita a si próprio.

Senhor André, tenha calma.

E BOM NATAL para si.

JBS


obs- Fui ver a história do penalty, que não era preciso, porque já se sabe como é:


No jornal "A BOLA"

"Em cima da hora,

um erro de Artur Soares Dias valeu o segundo golo ao FC Porto.

O árbitro de Braga assinalou grande penalidade a favor do FC Porto por pretensa mão de David Simão – o pacense cortou a bola com o pé, que levantou bastante – e Hulk fez o 2-0.

NO JORNAL "O JOGO"


"Já se jogava para lá dos 90’, quando é marcada uma falta dentro da grande área pacense. Artur Soares Dias entende que David Simão corta a bola com o braço, após livre apontado por Guarín.

As imagens não são esclarecedoras, ficando, no entanto, a impressão que o jogador do Paços efectua o corte com o pé.

Minutos depois, Walter aproveita um erro da defesa adversária e fecha as contas do jogo, confirmando a invencibilidade dos homens do norte.

A baixar de rendimento a olhos vistos, a verdade é que o FC Porto vai somando pontos. Por vezes com alguma sorte à mistura, a formação nortenha não complica e continua a mostrar níveis de eficácia avassaladores.

O Paços de Ferreira só se pode queixar dele próprio. Demasiadas oportunidades falhadas na segunda parte, quando a vantagem entre as duas equipas era de apenas um golo, acabaram por ditar a derrota. E quem não marca, sofre.

O senhor AVB comentou isto ? Se não, devia.

sábado, 18 de dezembro de 2010

A TERTÚLIA TODOS BEM

NA LEITARIA.
Por João Brito Sousa

Quando cheguei ao local dos nossos “meetings” às quintas o Artur estava a reler os seus apontamentos para a sessão de hoje, sorridente e, ao ver-me chegar, disse-me: hoje vou dar uma aula como fazia o velho Dr. Furtado nas aulas de História.
- Que grande seca, disse o Tomaz.
- Qual é o título, indagou o Pedro, que chegara entretanto.
- Vou falar das consequências da Revolução Francesa em Portugal.
- Muito bem, disse eu.
- Vous etes d´accord, perguntou o Artur
- Oui, disseram o Tomaz e o Pedro.
Ora vamos lá, disse o Artur. E começou a sua dissertação Após a revolução, os franceses, que foram atingidos nos seus bens e direitos, emigraram, procurando vários países para viver, não esquecendo que aí onde estivessem, poderiam proceder à restauração do seu Regime preferido, agora deposto.
Os primeiros a sair, ainda em 1789, ano da revolta, foram os aristocráticos ricos que tinham sido fiéis ao poder instalado e eram contra qualquer mudança, seguindo-se os sacerdotes em 1791, indignados com a perda de direitos que usufruíam e que deixaram de estar consignados na Constituição Civil do Clero e, mais tarde, em Agosto 1792, emigraram nobres, burgueses artífices e outros.
Um dos Países que os franceses procuraram para se instalar, foi Portugal, onde chegou a residir um número considerável de pessoas pertencendo às mais diversas profissões, como cabeleireiros, relojoeiros, tecelões e livreiros, sendo o trabalho destes últimos, livreiros e mercadores de livros, o que mais contribuiu para a difusão em Portugal das correntes do pensamento europeu, o que levou as autoridades portuguesas a tomar medidas, no sentido de isolar o nosso País da propaganda revolucionária, tal como sucedeu em Espanha.
Tal facto afectou de algum modo, os franceses residentes, tendo alguns saído de Portugal (e entrado outros), um pouco por acção do Intendente Geral da Polícia, Pina Manique, que criou o serviço de censura contra os livros vindo do exterior.
O Tomás pediu para intervir e disse:
- Aparentemente Portugal teve receio da cultura, uma vez que a revolução francesa resultou, em parte, das ideias Iluministas contidas na Enciclopédia, que Portugal parecia agora querer rejeitar e por outro lado, conforme disse o historiador francês Albert Mathieu, a revolução veio para a rua, porque a França precisava de ter à cabeça da Monarquia um Rei e havia apenas Luís XVI

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

SOLIDARIEDADE


QUERO APOIAR O TOMÉ BORGES.

SOLIDARIEDADE SIM …

Quero estar ao lado do Tomé Borges, do curso de serralheiros 1969 /70 da Escola Bordalo Pinheiro das Caldas da Rainha.

De acordo com o blogue da Escola Caldense, que visito por vezes, passo a citar:

“Hoje fui a uma festa de anos de um amigo dos tempos de Escola.Quem foi finalista em 1969/70 conhece bem o Tomé Borges.O facto não era muito relevante, não fosse o caso de este amigo dos “Serralheiros” de há quatro anos a esta parte, travar uma luta feroz pela sobrevivência, pois foi-lhe diagnosticado um tumor cerebral.Pois bem, o meu amigo Tomé, mandou às “malvas” os prognósticos mais pessimistas dos médicos e tem recuperado a olhos vistos.Para toda a malta que me tem perguntado pelo Tomé, aqui está ele na foto, já agora com a companhia dos amigos de infância.Em pé o Valter e eu (Zé Ventura). Sentados o Tomé e o Mário Morgado.Aproveito este espaço no blog para transmitir um recado que o Tomé me pediu.Podes dizer à “malta” que EU VOU VENCER.”

VAIS VENCER

Ao Tomé Borges


Caro Tomé, o caminho é em frente
A “malta” de Faro está ao teu lado
E um voto de melhoras cá da gente
Vai aí nestes versos embrulhado …

Saúde é aquilo que mais precisamos
Dinheiro, sim, para umas coisinhas
De que serve ter muito se o gastamos
Em medicamentos e outras mezinhas

O Coelho foi hoje, disse agora na TV
Com 66 anos de idade, jovem já se vê
Claro, isto um dia vai-nos acontecer …

Mas Tomé, és um serralheiro forte
Com um bocadinho de calma e sorte
Acredita meu amigo que vais vencer


Por João Brito Sousa

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A ACTVIDADE DA MENTE

A ACTIVIDADE DA MENTE
Por João Brito Sousa

OPINIÃO

Diz o meu amigo Semião mais ou menos isto: as células renovam-se consoante a actividade que lhe dermos, ou seja, pondo em prática uma actividade profissional ou amadora, é indiferente, mas estando nós em plena actuação, isso contribui para melhorar a saúde de cada um de nós. Penso que este é um aspecto correcto da humanidade; mas falta pensar no outro, nos velhos.

Com tamanha renovação das células, cérebro e por aí adiante, vamos chegar aos cem anos, novinhos, em folha. Mas teremos resolvido algum problema ou criado um problema? O mundo como está hoje não está capacitado para resolver os problemas da humanidade, porque um velho custa muito dinheiro sem perspectivas algumas. Porque a humanidade não passa de uma “canalhada” sem eira nem beira. Nunca Marks teve tanta razão como hoje, disse Saramago e eu estou de acordo.

O pior que há para a Humanidade é chegarmos a velhos, porque a sociedade não acolhe uma pessoa desprotegida, não tem simpatia por ele, malha-lhe no corpo. E se acontece alguma anomalia tipo Parkinson, com eu tenho, ou Alhzeimer como tem um amigo meu e muitos outros, então aqui não há células recolocadas ou rejuvenescidas que valham a pena.

Tudo o que nasce morre, dizia-me um amigo em tempos. a vida tem um ciclo. Não há nada a fazer, nasce-se e morre-se e sobre isto ninguém tem dúvidas. Quando chegar o teu minuto, vais mesmo, disse-me um dia o Miguel Damasceno. E eu acho que sim. As células, em bom ou mau estado, não resistem.

O problema que os cientistas deveriam ter em conta é defender a educação de um povo. Aqui está, em meu entender, a resolução do problema da vida. Com mais ou menos células rejuvenescidas. O grave problema da humanidade de hoje, é não querer admitir, melhor, não se poder meter na cabeça das pessoas que um dia vamos para o outro lado. É que, enquanto a coisa corre bem, ninguém se lembra que um dia vai embora, e esse esquecimento possibilita ao ser humano práticas de autênticos selvagens, de seres humanos maus, vigaristas e gatunos.

Os poderosos são aldrabões e o seu comportamento situa-se longe da ética, da verdade, da tolerância, da solidariedade e por aí fora. E isto não é porque as células estejam gastas.

As células renovadas não fazem mal nenhum; o que faz mal é o comportamento social daqueles que vigarizam e que se comportam como credores do respeito social e não têm direito a ele.

De que serve renovar as células aos “ladrões”?


jbritosousa@sapo.pt

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

ALÓ MARGELINO

VELHO AMIGO.

Viva.

Ainda não abri o teu mail, mas venho deixar-te umas palavras de amigo, não sei se posso, pois ando disperso por tanta coisa que me sinto baralhado. Tenho muitas saudades das nossas conversas , quer em África, quer em Albufeira.

Ainda estou um bocado adoentado mas cá vou andando.

Vou abrir o mail e já volto isto assim não tem jeito nenhum.

Até já.

JBS

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

AO JOAQUIM TARRETA


O JOAQUIM TARRETA



Homem magro e agricultor, que percebia,

De tudo o que era hortas, regas e gado.

Penso que era bom nos negócios que fazia

Porque os filhos também têm esse lado..



Recordar o PAI de amigos é respeitar

Imagens de saudade de tempos idos.

É um pouco da nossa vida prolongar

E reparar quantos anos temos já vividos.


Vinha dos Braciais p´ra Escola de bicicleta

E na horta já lá estava o Joaquim Tarreta

Na sua labuta como é típico do camponês.



Quero deixar aqui uma mensagem de amizade

Aos filhos Diogo, Reinaldo e Soledade

E trazer de volta a imagem do PAI a vocês três.



JBS



POESIA DE AMÉRICO DO VALE

UM PERCURSO DE VIDA



Em mil nove e trinta e seis
Numa noite fria e escura
Veio ao mundo como Deus o fez
Esta nobre criatura


Nasceu de família pobre
Que até contávamos tostões
Foi crescendo como pôde
Batendo com o cú nos torrões


Aos oito anos de idade
Tal e qual como os demais
Entrou na Universidade
No posto de ensino dos Braciais

Tirou o seu diploma
O que já não foi nada mau
E assim se fez um homem
Com o exame do segundo grau

E a luta começou
Porque a vida era bem dura
E logo o Pai o obrigou
A trabalhar na agricultura.

Os anos foram passando
Começou o bailarico
E a mim mesmo fui perguntando
Com qual será que eu fico

O destino estava marcado
E a isso eu não me iludo
Para lá fui sendo agarrado
Na Senhora da Saúde.

Com muito poucas ajudas
É a impressão com que fico
Eu era mais pobre que Judas
Mas com a fama de rico

colocado por
JBS

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O MEU AMIGO DI MAGALHÃES


MEU CARO DI,


Quanta honra ter-te aqui.

Di Magalhães,nasceu na cidade de Goiás em 1957, cidade Patrimônio Histórico da Humanidade, antiga capital do estado de Goiás, formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Goiás, na área de Pintura e Gravura. Reside em Curitiba, capital do Estado do Paraná desde 1990, onde tem seu atelier e também da Aulas de Desenho e Pintura na Fundação Cultural de Curitiba, trabalha com Cenários para teatro,pintura murais, e dedica também a parte de Gravuras como: serigrafia, litografia entre outras.
UM BOM NATAL
Para ti, ó meu ilustre amigo
Cujo "currriculla" conheci agora
Ó artista da vida estou contigo
Sempre e em qualquer hora
Preciso de conhecer pessoas
Desculpar-me-às a proximidade
Mas da vida quero as coisas boas
A começar por uma boa amizade
Na tua arte apenas reconheço
Virtudes; defeitos não os conheço
Mas para mim o fundamental
É que ao olhar as tuas telas
Fico com a impressão que elas
Dizem ser todos os dias NATAL
João Brito Sousa

ANOS 50; EMIGRAÇÃO

POESIA DE AMÉRICO RAMOS


VIAGEM PORTUGAL / PARIS


8 horas de táxi em Portugal, 11 horas de camião fechado em França, toda a Espanha foi percorrida a pé, gastei dois pares de sapatos e todo o dinheirinho que tinha.


FERIDA ABERTA


Esqueceu-me de esquecer
Minha maior aventura
Imagem duma tortura
Que verei até morrer
Viagem suicida…através
De horizontes sem fim
Quilómetros, léguas assim
Contaram meus pobres pés
Costa do sul fui a Nordeste
Como quem foge da peste,
Procurei um mundo humano
Escolhendo a vida à morte
A dar sorte a um tirano


AR

colocado por
JBS